Índice Nikkei tem alta após 4 dias de queda

Depois de flutuar ao longo do dia, o índice Nikkei fechou o pregão com 17.011 pontos, 9 a mais que na segunda-feira.

O índice chegou a perder temporariamente mais de 600 pontos, batendo o recorde de queda em um só dia, após o Dow Jones ter registrado uma perda histórica de 3.000 pontos em Nova York.

Em seguida, chegou a ganhar mais de 500 pontos devido a ordens de compras dos investidores.

Participantes do mercado dizem que havia esperança que o preço das ações fosse sustentado pela decisão tomada na segunda-feira pelo Banco do Japão de dobrar suas compras de fundos negociados em bolsa, como parte de medidas adicionais de afrouxamento monetário.

Entretanto, afirmam que as movimentações do mercado foram instáveis devido à persistência das preocupações com o impacto do coronavírus na economia global.

No mercado de câmbio de Tóquio, o dólar teve alta em relação ao iene na tarde de terça-feira.

Às 17h, na capital japonesa, a moeda americana era negociada entre 106,86 e 106,87 ienes, num avanço de 0,27 iene em relação à cotação do dia anterior.

Com NHK

EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA

O Presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil-Japão do Paraná, no uso de suas atribuições estatutárias contidas no Art. 12º e, em cumprimento  o   parágrafo primeiro do Art. 16º do Estatuto Social, CONVOCA os seus associados para a Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se no dia18 de Março de 2020 (quarta-feira), às 18h30, em primeira … Ler mais

Preço mínimo do café é reajustado para safra 2020/2021

A partir de 1º de abril, os preços mínimos do café arábica e conilon, safra 2020/2021, terão aumento de 0,43% e de 15,31%, respectivamente. O reajuste é baseado na variação do custo de manutenção da lavoura, incluindo insumos, mão de obra e colheita, em relação à safra passada.

De acordo com o diretor de Comercialização e Abastecimento da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Sílvio Farnese, o reajuste integra “a política de sustentação de preço, garante as condições de apoio de preços que garanta ao produtor a sua permanência na atividade, em caso de crise de preço no mercado”.

A medida foi publicada na Portaria Mapa nº 66 nesta quarta-feira (4), no Diário Oficial da União, depois de aprovada pelo Conselho Monetário Nacional.

Arábica

O preço mínimo do arábica subiu de R$ 362,53/60 kg para R$ 364,09/60 kg, referente ao café tipo 6, bebida dura para melhor, com até 86 defeitos, peneira 13 acima, admitido até 10% de vazamento e teor de umidade de até 12,5%.

Conilon

Para o cálculo dos preços mínimos do conilon, o diretor destacou que “os parâmetros considerados foram os mesmos utilizados para o arábica”.

Ele acrescentou que foi estabelecida uma regionalização para o preço do conilon, “em virtude da disparidade do sistema produtivo de Rondônia em relação aos demais estados produtores”.

“Visto que a recente modernização da lavoura no estado de Rondônia, encontrada na reavaliação do sistema produtivo feito pela Conab, gerou aumento expressivo de produtividade com rebatimento no custo médio, constituiu condições para a manutenção do preço mínimo no estado em R$ 210,13/60 kg”, destacou Farnese.

Para os demais estados produtores, exceto Rondônia, o preço do conilon foi de R$ 210,13/60 kg para R$ 242,31 para o café tipo 7, com até 150 defeitos, peneira 13 acima e teor de umidade de até 12,5%.

Os valores (arábica e conilon) são válidos até março do ano que vem.

Preços Mínimos

O café é um dos produtos contemplados pela Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), que é uma importante ferramenta para diminuir oscilações na renda dos produtores rurais e assegurar uma remuneração mínima, atuando como balizadora da oferta de alimentos, incentivando ou desestimulando a produção e garantindo a regularidade do abastecimento nacional.

A Conab efetiva a PGPM junto ao produtor rural, tendo sob sua responsabilidade a execução dos instrumentos desta política.

 

Fonte: Mapa

Exportações do agronegócio totalizam US$ 5,8 bilhões em janeiro

As exportações do agronegócio totalizaram, em janeiro, US$ 5,8 bilhões, recuo de 9,4%. O setor participou com 40,4% do total das exportações brasileiras. As importações do setor somaram US$ 1,2 bilhão (-1,6%) e desta forma o saldo da balança ficou em US$ 4,6 bilhões, de acordo com levantamento da Balança Comercial do Agronegócio,  elaborado pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A queda nos preços dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil, de 7,4%, foram a razão preponderante para a redução das vendas externas em janeiro, segundo análise da Secretaria. Também ocorreu redução na quantidade comercializada para o exterior, que declinou 2,2% na comparação do mês de janeiro de 2019.

As vendas externas de carnes (bovina, suína e de frango), açúcar e algodão, no primeiro mês do ano, ajudaram a compensar, em parte, a queda nos produtos do complexo soja – grãos, farelo e óleo (-31%) e dos produtos florestais – celulose, papel, madeira e suas obras (-33,8%).

Carnes

As carnes foram responsáveis por 23,2% do total exportado e atingiram US$ 1,35 bilhão (30,9%). A carne bovina foi a principal carne exportada, com US$ 631,5 milhões (+38,1%). Tanto o valor exportado como o volume, 135,3 mil toneladas, foram recordes para os meses de janeiro.

A carne suína também foi destaque com aumento de 79,9% no valor exportado (US$ 163,30 milhões) com 67,7 mil toneladas (42%). Já a carne de frango somou US$ 522,0 milhões, alta de 17%.

Açúcar

As vendas externas de açúcar subiram 55,8%, para US$ 470,25 milhões, com a quantidade de 1,6 milhão de toneladas (50,4%).

A quantidade, ainda, é muito inferior ao recorde de vendas de janeiro, que ocorreu em 2015, ano em que o país exportou 2,4 milhões de toneladas em janeiro, conforme a nota da Secretaria.

Algodão

A exportação recorde de algodão não cardado nem penteado colocaram as fibras e produtos têxteis na quinta posição entre os principais produtos de exportação do agronegócio. As vendas externas do produto subiram 144,2%, com US$ 484,80 milhões. O incremento ocorreu em função do aumento de 168,1% na quantidade exportada, recorde de 308,8 mil toneladas.

Fonte: Mapa

Industriais japoneses participam de encontro de negócios em Curitiba

Industriais representantes de 13 empresas japonesas participaram, nesta segunda-feira, dia 10 de fevereiro, do Encontro de Negócios com o Japão, realizado no Campus da Indústria, em Curitiba-Paraná, sul do Brasil.

O evento foi promovido pelo Centro Internacional de Negócios (CIN), do Sistema Fiep, em parceria com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), a Agência Paraná de Desenvolvimento (ADP) e a Câmara do Comércio e Indústria Brasil Japão no Paraná.

O encontro reuniu principalmente industriais dos setores agroindustrial, de tratamento de resíduos e da área da saúde.

“A missão da Fiep é aproximar as indústrias para prospectar oportunidades de negócios”, disse Reinaldo Tockus, gerente executivo de Relações Institucionais e Assuntos Internacionais, na abertura do evento. Ele destacou que o Paraná tem uma densidade industrial expressiva e está bem disseminada em todo o Estado. “Boa parte disso devemos à cooperação com o Japão”, frisou. O gerente informou que a colônia japonesa no Paraná é expressiva e atuante e para a indústria do Estado ela é representativa, contribuindo muito com o PIB.

“Estas 13 empresas privadas japonesas vêm ao Brasil para buscar possibilidade de começar negócio aqui”, disse Atsunori Kadoya, representante sênior da Jica. Para ele, a grande distância geográfica entre Japão e Brasil dificulta o conhecimento do mercado brasileiro pelos empresários japoneses. “Com a Jica, nós fortalecemos este intercâmbio trazendo as empresas para conhecer as oportunidades”, disse. De acordo com ele, para começar algo como empresa estrangeira é um pouco difícil sem conhecer nada. “A Jica tem uma boa relação com a comunidade nikkei estabelecida no Paraná e, por isso, o Estado é considerado um bom mercado para buscar oportunidades”, pontuou.

Participaram empresários dos setores de agroindústria, tratamento de resíduos e saúde

Além de aproximar empresas japonesas do mercado brasileiro, outra oportunidade que a Jica oferece são linhas de financiamentos. O representante da agência citou como exemplo o que já ocorre no Estado de São Paulo, onde a Jica financia projeto de melhoria do sistema de água junto à Sabesp. “Podemos fazer algo parecido com o Paraná, seja para o Governo do Estado, seja para o setor privado. Para isso, basta ter projetos viáveis”, informou. Neste caso, segundo Kadoya, os financiamentos têm que ser feitos sempre em parceria com bancos locais. Ele informou que as áreas de maior interesse para os japoneses são meio ambiente e saúde.

A programação do Encontro teve apresentação dos dados econômicos do Japão, do Brasil e do Paraná, e das 13 empresas participantes. Foi realizada também uma rodada de negócios entre os presentes, onde contatos foram iniciados com vistas a negócios futuros.

     

por @grassi_m com informações da FIEP e CCIBJ-Paraná. Créditos das Fotos: FIEP

Empresários do Paraná estão otimistas, aponta AMCHAM

Dos entrevistados, 96% demonstraram confiança na economia

Caso dependa da confiança do setor empresarial, 2020 será um ano melhor para a economia paranaense. Isso é o que constatou um levantamento da Amcham Curitiba, realizado em janeiro durante o Comitê de Economia e Finanças da instituição, que reuniu sócios, diretores e gerentes, entre outros cargos, de empresas de diferentes setores.

PARANÁ
A pesquisa, respondida por 50 participantes, mostrou que 96% deles estão otimistas com a economia do Estado, sendo que 70% apostam que 2020 será ligeiramente melhor do que 2019, ao passo que 26% acreditam que o mercado será muito melhor do que o ano passado.
Outro número que demostra confiança é em relação aos investimentos. O levantamento constatou que os empresários entrevistados devem aumentar ligeiramente (54%) ou consideravelmente (28%) os investimentos na sua empresa neste ano.

SETORES
Segundo os entrevistados, o foco dos investimentos neste ano será: transformação digital (33 %), pesquisa e desenvolvimento (19%) e propaganda e marketing (13 %).
De acordo com o Gerente Administrativo Financeiro do TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá, Luiz Alberto Bressan, um dos palestrantes no Comitê de Economia e Finanças da Amcham, a transformação digital é fator crucial para a longevidade do negócio.
‘‘O empresariado tem se voltado cada vez mais para os assuntos digitais.
Por outro lado, vemos que, de forma geral, ainda há uma certa dificuldade em compreender como a tecnologia de fato vai nos ajudar”, diz. ‘‘Sem dúvida, essa ambiguidade é um desafio para o setor e sairá na frente aquele que se adaptar aos novos modelos de negócios mais rápido’’, finaliza.

Negócios com o Japão: Agroindústria, Tec. da Saúde, TI, Alimentos e Tratamento de resíduos sólidos

A Federação das Indústrias do Estado do Paraná Fiep/PR, por meio do Centro Internacional de Negócios, em parceria com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) e a Agência Paraná de Desenvolvimento (APD) tem a honra de convidá-lo para o Encontro de Negócios com o Japão nos setores Agroindústria, Tecnologias da Saúde, Alimentos, Tratamento de resíduos sólidos e Tecnologia da Informação.

Será uma oportunidade para divulgar a sua empresa e negociar diretamente com empresas japonesas interessadas em negócios e parcerias no Paraná.

Público-alvo: Empresas importadoras e exportadoras, órgãos e instituições do governo, Universidades e institutos de pesquisa.

Inscrições gratuitas e limitadas!

Data: 10/02/2020 (segunda-feira)

Local: Campus da Indústria Sistema Fiep | Av. Comendador Franco (Av. das Torres), nº 1341, Jardim Botânico | Curitiba/PR

Horário: 14:00 às 18:30

INFORMAÇÕES: Centro Internacional de Negócios

(41) 3271-9340 | internacional@fiepr.org.br

Programação:

14:00               Credenciamento

14:30               Abertura institucional

16:00               Apresentações:

– APD

– FIEP

15:00               Apresentações:

– JICA

– empresas japonesas

17:00               Encontro de negócios e networking

18:30               Encerramento

 

O encontro será composto de quatro sessões, sendo a primeira a abertura institucional. A segunda sessão versará sobre a JICA e sua atuação e cada empresa estrangeira terá até 3 minuto para expor seus interesses. A terceira sessão contará com apresentações sobre o panorama do Estado do Paraná e dos setores Agroindústria, Tecnologias da Saúde, Alimentos, Tratamento de resíduos sólidos e Tecnologia da Informação.

A sessão de negócios será a oportunidade para estabelecimento do contato direto com cada empresa estrangeira. As sessões de negócios serão em mesas por setor com indicação do nome de cada empresa estrangeira. Atenção: as reuniões bilaterais serão predominantemente em inglês e haverá tradução executiva para o português. É importante que os participantes das reuniões tenham capacidade de tomada de decisão para que o encontro gere negócios efetivos.

Empresas estrangeiras participantes:

>clique aqui para fazer o download

Para realizar sua inscrição, preencha suas informações no formulário abaixo. Os campos devem ser preenchidos em INGLÊS.

REGISTRATION FORM: participe CLIQUE NO  LINK A SEGUIR E EFETUE  GRATUITAMENTE  SUA INSCRIÇÃO: 

Acesse o link: http://www.fiepr.org.br/cinpr/Research24437content427884.shtml

 

por @grassi_m com informações da CCIBJ-PR, JICA e FIEP

Cooperativas do Brasil e Paraguai vão tratar sobre inovação e conectividade

Inovação, conectividade, criatividade e segurança serão alguns dos assuntos que serão tratados no Fórum de TI de Cooperativas do Brasil e Paraguai durante o Show Rural Digital, uma das atrações do 32º Show Rural Coopavel agendado para o período de 3 a 7 de fevereiro em Cascavel, no este do Paraná. Inédito, o evento vai reunir diretores e profissionais de TI de diversas cooperativas dos dois países.

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Confiança da indústria cresce 1,1 ponto na prévia de janeiro

resceu 1,1 ponto na prévia de janeiro deste ano, na comparação com o resultado consolidado de dezembro do ano passado. Com isso, o indicador chegou a 100,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, segundo dados divulgados hoje (22) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O aumento da confiança foi puxado pelo crescimento das expectativas dos empresários em relação aos próximos meses. O Índice de Expectativas cresceu 2,4 pontos e atingiu 101,6 pontos, o maior valor desde junho de 2018 (102,3 pontos).

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, recuou 0,3 ponto, para 99,3 pontos.

O resultado preliminar de janeiro indica aumento de 0,4 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria, para 75,5%.

Brasil passou para quarto destino de investimentos no mundo em 2019

Com a ajuda do programa de privatização de empresas federais, o Brasil subiu da sexta para a quarta posição entre os principais destinos de investimentos estrangeiros no mundo em 2019. Segundo relatório divulgado hoje (20) pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o Brasil recebeu US$ 75 bilhões em investimentos externos no ano passado, contra US$ 60 bilhões em 2018.

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