Um enorme monumento com o símbolo das Olimpíadas foi inaugurado na Baía de Tóquio, seis meses antes do início dos jogos de Tóquio 2020.
CCIBJ
Atividade econômica cresce 0,18%, diz Banco Central
O Índice de Atividade Econômica, do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), teve alta de 0,18% em novembro de 2019, comparado a outubro, segundo dados divulgados hoje (16) em Brasília. Esse foi o quarto mês seguido de alta.
Prefeitura de Curitiba anuncia fim do cartão de EstaR; Sistema será digital
A partir do dia 15 de fevereiro o EstaR digital vai funcionar em Curitiba. A Urbs já deu início ao cadastramento dos aplicativos móveis para automatizar o uso das vagas. Este é o último passo para o projeto ser concluído.
A capital tem 12.088 vagas com uso obrigatório do EstaR. O preço do serviço ainda não foi definido, mas deve subir com o sistema digital. Em fevereiro a Setran deve iniciar a substituição das placas de sinalização.
Os créditos poderão ser comprados pelos aplicativos e também em pontos comerciais credenciados. Nas ruas que não tiverem pontos para venda está prevista a instalação de totens para que os motoristas possam comprar créditos. O pagamento poderá ser feito com o cartão de débito e crédito.
Antes de o EstaR digital entrar em operação, haverá uma fase de transição para que as pessoas se adaptem e troquem os cartões não utilizados por créditos do novo sistema. O pagamento dos créditos poderá ser feito com o cartão de débito e crédito.
O uso obrigatório do EstaR digital seguirá as mesmas regras atuais, com horário das 9h às 19h de segunda a sexta e aos sábados das 9h às 14h.
Fonte: Gazeta do Povo
Confiança do empresário do comércio tem melhor janeiro desde 2013
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) atingiu em janeiro deste ano 126,6 pontos, em uma escala de zero a 200. É o maior patamar para um mês de janeiro desde 2013. O resultado é 2% maior que o observado em dezembro e 4,7% maior do que o registrado em janeiro de 2019.
Os dados foram divulgados hoje (16) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na comparação com dezembro de 2019, as intenções de investimento cresceram 2,5%, puxadas pela intenção de contratação de funcionários (4,7%). A avaliação dos empresários sobre as condições atuais subiu 1,4%, puxada pela maior confiança na economia (3,2%). Já a expectativa em relação ao futuro cresceu 1,7%, com destaque também para a avaliação sobre a economia (2,7%).
Na comparação com janeiro do ano passado, no entanto, a alta de 4,7% foi puxada pela avaliação sobre o momento atual, com crescimento de 17,9%. A confiança no momento atual da economia teve alta de 23,4%. As intenções de investimento cresceram 4,1%, puxada pelos investimentos na empresa (10,3%). As expectativas sobre o futuro tiveram queda de 2,3%.
Fonte: Agência Brasil
Agência japonesa e Embrapa discutem oportunidades em Agricultura 4.0
Uma comitiva da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) está em visita a centros de pesquisa da Embrapa esta semana para discutir oportunidades de parceria em agricultura digital para fins de segurança alimentar e desenvolvimento rural sustentável. Dia 14, na sede da Embrapa em Brasília/DF, os japoneses foram recebidos pela assessora da Diretoria de Inovação e Tecnologia (DEIT), Sibelle Silva, e pelo secretário de Inovação e Negócios (SIN), Daniel Trento.
A agência japonesa completou 60 anos de atuação no Brasil e, desde a década de 1970, mantém estreito relacionamento com a Embrapa para iniciativas voltadas ao meio rural. Para dar início a uma nova fase na relação entre as instituições, foi chave a apresentação do presidente da Empresa, Celso Moretti, na 4º edição do Diálogo Brasil-Japão, realizada ano passado na cidade de São Paulo/SP, na presença de autoridades japonesas, incluindo o ministro da Agricultura, Floresta e Pesca, Takamori Yoshikawa.
Durante o evento, Moretti apresentou ações da Embrapa voltadas à Agricultura 4.0, citando a submissão à Jica do projeto “Desenvolvimento de Sensores e Plataformas de Agricultura de Precisão em apoio à Agricultura Sustentável” pelo pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária, Ricardo Inamassu. A submissão do projeto – que obteve aprovação “excepcionalmente, considerando a importância do tema” – foi feita via Agência Brasileira de Cooperação (ABC) foi articulada com apoio da Gerência de Relações Estratégicas Internacionais (GREI/SIRE) e DEIT.
O detalhamento das ações do projeto é o motivo das visitas de técnicos da Jica no Brasil e no Japão às unidades da Embrapa. Na reunião com a DEIT, o diretor do Departamento de Desenvolvimento Rural da JICA no Japão, Kota Sakaguchi, lembrou a histórica atuação conjunta no desenvolvimento do Cerrado e iniciativas da agência na disseminação de tecnologias da Embrapa junto a países da América latina e da África.
“Agora, desejamos fortalecer as relações da Embrapa com a Jica e o Japão para participar conjuntamente da revolução da agricultura através da transformação digital”, destacou Sakaguchi, fazendo referência à relevância dos recursos naturais brasileiros para o País e o mundo. A retomada das negociações para instalação de um Laboratório Virtual da Embrapa (Labex) no Japão foi apontada por Sakaguchi como importante iniciativa neste momento – em que a Jica implanta sua política de Smart Food Chain (SFC) focalizando o desenvolvimento de estratégias de co-criação e transformação digital, apresentada na reunião em Brasília.
Inovação Aberta
O secretário de Inovação e Negócios, Daniel Trento, fez uma apresentação institucional da Embrapa ressaltando pontos do Macroprocesso de Inovação (MPI) como o uso da escala TRL na classificação das tecnologias desenvolvidas e em desenvolvimento, o modelo de inovação aberta em adoção na Empresa e, nesse no contexto de escassez de recursos públicos, o papel das parcerias com instituições de pesquisa nacionais e internacionais, bem como com a iniciativa privada e a promoção de eventos de aproximação com startups.
Em resposta ao questionamento sobre a inclusão da Agricultura Familiar no âmbito das estratégias de transformação digital, o secretário disse da necessidade de criação de redes para discutir e apresentar soluções para o complexo desafio da conectividade com propriedades rurais localizadas em regiões ainda sem acesso à internet, como o Norte e o Nordeste do País. Na apresentação ganhou destaque o trabalho da Embrapa Territorial na coleta de dados para monitoramento de culturas, relevante para o desenvolvimento de políticas públicas relacionadas à infraestrutura para escoamento de produção e monitoramento do desmatamento.
Assim como Sakaguchi, a assessora da DEIT, Sibelle Silva, avalia que o encontro evidenciou sinergias e possibilidades de parceria para além do projeto aprovado pela Jica. “Devemos avançar na atuação em áreas de interesse comum para a co-criação na área de digital com vistas à segurança alimentar, desenvolvimento sustentável, transferência de tecnologia e mercado”, avaliou.
Ainda esta semana, a missão japonesa tem encontros agendados com as equipes da Embrapa Informática Agropecuária (17/01) e da Embrapa Agrossilvipastoril (15/01). Além do diretor Sakaguchi, a comitiva é integrada pelo Conselheiro em Agricultura da JICA no Japão, Yutaka Hongo; pelo representante do Escritório da JICA em Brasília, Yutaro Tanaka; pelo coordenador de projetos na JICA-Brasil Kimura Nobuyuki, pelo representante do setor privado Isao Dojun, Consultor em Agricultura da empresa Chuo Kaihatsu Corporation; e o training officer da agência Tadasu Kondo.
Embrapa-Jica
Segundo o coordenador Nobuyuki, da cooperação técnica entre Embrapa e Jica denominada Projeto de Suporte Técnico-Científico para o Desenvolvimento Agrícola dos Cerrados, desenvolvido em parceria com a Embrapa Cerrados teve a primeira fase de execução iniciada em 1977, estendendo-se até 1985.
Entre os principais projetos que marcaram a parceria com a Jica na modalidade de Cooperação Técnica estão os desenvolvidos com Embrapa Cerrados, Embrapa Hortaliças e Embrapa Amazônia Oriental.
As ações desenvolvidas em Moçambique destacam-se entre os projetos de Cooperação Triangular e a parceria com a Embrapa Soja entre as iniciativas de cooperação técnico-científiica. Também merecem destaque, segundo Nobuyuki, o projeto Curso de Treinamento para Terceiros Países, voltado a nações Latino Americanas e Africanas de língua portuguesa e desenvolvidos em conjunto com Embrapa Hortaliças, Embrapa Mandioca e Fruticultura, Embrapa Amazônia Oriental e Embrapa Agroindústria Tropical.
por @grassi_m com informações da Embrapa
ARTIGO: Perspectivas de questionamento e restituição de tributos para o ano de 2020
O Ano Novo
Publicado por Medeiros Regnier Advogados
em 16 de janeiro de 2020
Ah o ano novo! Para muitos o ano só começa depois do carnaval; para os estudantes, tais quais os lá de casa, restam ainda mais algumas semanas de doce marasmo e videogame; parlamentares voltam à labuta no dia 2 de fevereiro; e os magistrados já vestem a toga a partir do próximo dia 20. Diferentemente, se você produz, comercializa ou presta serviços, se é empresário e paga tributos, a vida segue feito água morro abaixo.
Para você que enfrenta rotinas fiscais infinitas e obrigações tributárias preocupantes, 2020 será mais um ano duro, porém com boas oportunidades para redução legítima da carga tributária, seja através de planejamentos preventivos, seja via questionamentos de atos administrativos e/ou normativos equivocados/abusivos, e respectivos processos de restituição de impostos, taxas e/ou contribuições pagos indevidamente ou a maior.
Uma das principais novidades são as recentes e bem vindas (mas ainda hesitantes e de incerta praticidade) regras de “transação tributária” veiculadas pela Medida Provisória nº 899/2019 e pela Portaria PGFN 11.956/2019. A denominada “MP do Contribuinte Legal” tenta viabilizar a negociação entre contribuintes com débitos federais inscritos em dívida ativa e a União Federal, mediante três modalidades de transação: por adesão, por proposta individual do contribuinte e por proposta da PGFN. É importante estar atento para extrair o melhor dessas novas modalidades de gerenciamento fiscal.
Muito cuidado os contribuintes de ICMS! Ao julgar o RHC nº 163.334 o Supremo Tribunal Federal decidiu, nos últimos instantes do ano passado (mais precisamente em 18/12/2019), que é “crime de apropriação indébita tributária”, com pena de seis meses a dois anos de detenção, receber o imposto cravado no preço das mercadorias e destacado nas notas fiscais de venda, declarar ao Fisco Estadual, mas não realizar o correspondente e posterior pagamento aos cofres do Estado. O Superior Tribunal de Justiça também já havia decidido desta forma (pela condenação dos empresários). Os leões estaduais começam o ano com as garras tinindo.
Em matéria de questionamentos e processos de restituição há amplas novidades e oportunidades à vista.
Parece que finalmente o STF vai concluir a mixórdia da exclusão do ICMS da base de cálculo das contribuições PIS e COFINS. É verdade, está designado para a sessão do dia 1º de abril o julgamento dos embargos declaratórios da Fazenda Nacional no RE nº 574.706. Em pauta a decisão sobre qual o ICMS a ser excluído da base de tributação: o destacado na nota fiscal ou o que foi efetivamente recolhido em dinheiro (e o DIFAL?); e a modulação ou não dos efeitos do precedente vinculante.
Embora esta seja uma disputa antiga, aqueles que ainda não postularam a restituição podem – e devem – fazê-lo; de preferência, mas não obrigatoriamente, antes do desfecho que se avizinha (1º/04/20).
O posicionamento do STF nessa demanda (RE nº 574.706) desencadeou várias outras oportunidades de questionamento e restituição de tributos mediante a aplicação da mesma tese central, a saber: exclusão do valor do ISS da base de cálculo de PIS e COFINS; exclusão do valor do ICMS-ST da base de cálculo de PIS e COFINS; exclusão do ICMS e do ISS da base do PIS e da COFINS em procedimento de parcelamento; exclusão do valor do ICMS e do ISS da base de cálculo presumida do IRPJ e da CSLL; exclusão do valor das contribuições PIS e COFINS da sua própria base de cálculo; exclusão do valor do ICMS, do ISS, e das contribuições PIS e COFINS da base de cálculo da contribuição previdenciária paga sobre a receita bruta (CPRB) e exclusão do valor do IRPF na fonte e da contribuição previdenciária individual da base de cálculo da contribuição previdenciária patronal. Em quase todas estas novas perspectivas de questionamento já existem decisões judiciais recentes favoráveis, condenando inclusive a União Federal a restituir o que cobrou indevidamente nos últimos 5 anos.
A exclusão das verbas indenizatórias da base de cálculo da contribuição previdenciária patronal também é uma tese bastante conhecida e madura que vem suscitando novas demandas derivadas. É velha conhecida dos empresários a exclusão do valor correspondente aos 15 primeiros dias de auxílio-saúde, 1/3 de férias e aviso prévio indenizado da base imponível da contribuição previdenciária patronal. A novidade, com boas perspectivas para 2020, é a possibilidade de requerer a restituição não apenas da contribuição previdenciária mas também das contribuições SAT e terceiros (sistema ‘s’), e de postular a exclusão de novas verbas indenizatórias da base de cálculo dessas 3 contribuições sociais, a exemplo de: férias e décimo-terceiro salário indenizados, abono-assiduidade, vale-transporte, auxílio-alimentação, ajuda de custo paga esporadicamente, juros da mora, despesas com saúde ou odontológicas, planos de saúde privados, atrasos e faltas descontadas dos salários, e até horas extras. Há decisões judiciais recentes viabilizando esses novos questionamentos, com excelentes chances de êxito e de restituição de valores significativos pagos indevidamente nos últimos 5 anos.
Julgamento recente do STF, com repercussão geral, permite ainda a restituição do que foi pago a mais a título de ICMS-ST, quando o valor da última operação de venda realizada pelo contribuinte substituído (deste para o consumidor final) for inferior ao valor presumido que serviu de base de cálculo para o pagamento do ICMS, na origem, pelo contribuinte substituto. Submetem-se a esse regime tributário, e portanto podem postular a restituição, os varejistas dos setores de: autopeças, pneumáticos, bebidas alcoólicas, refrigerantes, água, ferramentas, materiais de construção, materiais de limpeza, medicamentos, perfumaria, plásticos, papelaria, rações etc.
Boa notícia também para as Incorporadoras Imobiliárias. Foi publicada no final do ano passado (27/12/19) a Lei nº 13.970, confirmando que as empresas optantes do regime especial de tributação RET têm o direito de recolher os tributos através deste regime especial mesmo em relação às unidades de imóveis vendidas após o encerramento da obra. A nova regra abre a possibilidade de pedir a restituição de tudo o que foi pago a mais pelos optantes do RET nos últimos 5 anos.
Finalmente, para os importadores também há novas oportunidades de restituição tributária, como: a não incidência de imposto de importação, PIS e COFINS sobre o valor do seguro e do frete internacionais (e do THC, tese mais antiga mas ainda plenamente viável); a redução das alíquotas de PIS e COFINS incidentes nas operações de importação de mercadorias (de 11,75% para 3,65%); e a exclusão do valor do ISS e de PIS e COFINS da base de cálculo das próprias PIS e COFINS incidentes na importação de serviços (serviços técnicos e assistência técnica com ou sem transferência de tecnologia, e serviços gerais). Nas três hipóteses, é possível postular, além da declaração da irregularidade, ilegalidade ou inconstitucionalidade, também a restituição do que foi pago indevidamente nos últimos 5 anos. Teses novas para um ano novo.
Há, por certo, muitas outras questões tributárias para focar atenção e esforço no ano fiscal que já começou (fervendo), desde o começo. Um excelente 2020 para você!
Alexandre Medeiros Régnier
OAB/PR 24.542
Mestre em Direito pela USP
alexandre@medeirosregnier.adv.br
Sanepar oferta curso em parceria com governos do Brasil e Japão
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) abriu inscrições para o Curso Internacional de Boas Práticas de Gestão e Inovação na Operação de Sistemas de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário para profissionais dos seguintes países: Paraguai, Peru, Guatemala, El Salvador, Cabo Verde e São Tomé/Príncipe.
As inscrições vão até 31 de janeiro. O curso é gratuito e foi viabilizado por meio de parceria entre a Sanepar, a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) do Ministério das Relações Exteriores e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), no âmbito de uma agenda diplomática oficial denominada Programa de Treinamento para Terceiros Países (TCTP).
O curso acontece de 2 a 7 de março na Sanepar, em Curitiba, e é direcionado a profissionais, técnicos, operadores e gestores que atuam na área de saneamento desses países. O objetivo é capacitar e desenvolver os participantes para que, ao final do treinamento, estejam aptos a aplicar os modelos e práticas de gestão inteligentes e inovadoras em suas realidades.
A equipe de instrutores é composta por profissionais da Sanepar com formação acadêmica em diferentes áreas do conhecimento, todos com larga experiência em saneamento ambiental e com projetos concebidos e implementados na companhia.
“Por meio da parceria com as agências de cooperação do Brasil e do Japão, pretendemos compartilhar nossos conhecimentos em nível internacional, buscando contribuir com o avanço do saneamento ambiental em novas fronteiras e, quem sabe, identificar novas oportunidades de cooperação”, afirma o gerente de Pesquisa e Inovação da Sanepar, Gustavo Possetti.
Para inscrições e informações adicionais sobre o curso acesse http://abc.gov.br/treinamentos/.
Reunião de negócios e investimentos no Paraná
No dia 13 de janeiro, foi realizado na Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Japão do Paraná reunião com executivos da Nissin Foods do Brasil, Yoshiaki Higashide e Hiroshi Takabatake, para uma rodada de negócios.
Através do relacionamento com a CCIBJ-PR ocorreu o contato e interesse da Nissin Foods do Brasil, vir procurar uma área para investimento. Ou seja, trazer ao Paraná-sul do Brasil uma indústria do grupo.
De acordo com o presidente da CCIBJ-PR, Arata Hara, “estão buscando uma área com aproximadamente 200 mil metros quadrados, para implantação de uma planta industrial que resultará em sua primeira fase, a geração de 400 novos empregos”, destacou Hara.
Na ocasião, no escritório da CCIBJ-PR, no Palácio Hyogo em Curitiba- Paraná, durante agenda positiva, 4 reuniões foram cumpridas.



A CCIBJ-PR e sua Diretoria, deputado Federal, Luiz Nishimori, recepcionam a Diretoria da Nissin Foods do Brasil Ltda, juntamente com Prefeitos e Lideres dos Municipios vizinhos (Fazenda Rio Grande, Campina Grande do Sul, S. José dos Pinhais e Castro) quando esta empresa originária de Osaka, Japão, há 72 anos, de porte altamente inovador condiciona seu próximo passo ao desejar desenvolver-se no Estado do Paraná.
As políticas de fomento apresentadas foram:
município de Fazenda Rio Grande através de seu prefeito Márcio Wosniaki e seus assessores, Município de Campina Grande do Sul pelo diretor de indústria e comércio, Frederico Bernardi que na oportunidade representava o Prefeito Bill Elerian Zanetti e Antônio B Fenellon, o Toninho da Farmácia, prefeito de São José dos Pinhais. Tivemos também, apresentação de 2 áreas pelo empresário Nelson Tossa, em Campina Grande do Sul e do grupo Yamamoto em Castro pelo empresário Diego Hara.
O grupo Nissin Brasil irá pesquisar e avaliar todas as possibilidades e naturalmente definir sua posição e escolha. “É o Paraná olhando para o futuro. Uma ação direta da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Japão do Paraná”, disse Arata Hara.
Tivemos também, a presença do deputado federal Luiz Nishimori que prestigiou as reuniões com o propósito de trabalhar para que essa indústria venha para o Paraná e
do representante do governo de Hyogo, senhor N. Nagata.
Participaram pela CCIBJ-PR, o senhores Teichun Hiramatsu, diretor financeiro, Osmar Kano, diretor de relações internacionais, Luiz Antônio Gonçalves, diretor de comunicação colocaram-se a disposição do grupo Nissin Brasil para auxiliar nos trabalhos que se fizerem necessários.
Serviço:
A NISSIN FOODS DO BRASIL é uma empresa do Grupo NISSIN FOODS e se consolidou no país como líder no segmento de macarrão instantâneo. Atualmente, fabrica 52 produtos para consumidores diretos no Brasil. Com fábricas em Ibiúna (São Paulo) e em Glória do Goitá (Pernambuco), investe sempre em boas práticas para satisfazer as necessidades de seus consumidores e melhorar continuamente seus produtos e serviços.
por @grassi_m com informações e fotos da CCIBJ-PR
Indústria do Paraná mantém o melhor desempenho do Brasil
O Paraná encerrou os onze primeiros meses de 2019 com 5,4% de crescimento na produção industrial. É o maior índice do País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apenas oito dos quinze locais pesquisados registraram variação positiva entre janeiro e novembro, e o balanço nacional aponta recuo de -1,1% no período.
O resultado da indústria do Paraná, até novembro do ano passado, também é o maior desse recorte desde 2011. Entre 2012 e 2018 foram quatro resultados negativos – o mais expressivo deles em 2015, no auge da crise econômica, com queda de -8,3%.
O crescimento industrial paranaense em 2019 foi puxado pela fabricação de produtos de metal (4,7%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (6,2%), máquinas e equipamentos (12,7%), produtos alimentícios (6,6%) e veículos automotores, reboques e carrocerias (27%). Os dois últimos segmentos tiveram o melhor resultado do País.
Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o desempenho industrial representa um sinal da confiança do setor empresarial em um novo ciclo de crescimento do Paraná e resulta da capacidade técnica e de pessoal da indústria paranaense. “É um número que mostra a força econômica do Paraná, e contrasta com o momento de baixa no Brasil”, afirmou.
PERSPECTIVA – O governador destacou, ainda, a atração de R$ 23 bilhões em projetos privados para o Estado em 2019, o que tende a aumentar o volume da produção industrial nos próximos anos.
“Para manter esse ritmo econômico há um esforço de todo o Governo do Estado em atrair investimentos, gerar empregos, aumentar a nossa força produtiva”, acrescentou Ratinho Junior. “No ano passado, concentramos esforços para que a máquina pública trabalhe com mais agilidade para induzir o crescimento econômico”.
DOZE MESES – O Paraná também lidera o ranking brasileiro na taxa anualizada da produção da indústria. Nos últimos doze meses (até novembro de 2019) o crescimento paranaense foi de 5%. Na sequência estão Goiás (3,1%), Rio Grande do Sul (2,6%), Santa Catarina (2,3%) e Amazonas (2,2%). O desempenho nacional, também nesse indicador, ficou negativa em -1,3%.
Na comparação entre novembro de 2019 e novembro de 2018, o setor industrial nacional mostrou redução de -1,7%, com dez dos quinze locais pesquisados apontando resultados negativos. Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Pará, Bahia e São Paulo registraram taxas negativas nesse índice.
PETROQUÍMICA – O pesquisador Daniel Nojima, diretor de Estatística do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), aponta que os resultados do Estado em novembro passado foram influenciados por recuos nas indústrias de combustíveis, de madeira e de celulose.
“A indústria petroquímica teve um recuo de mais de 30% em relação a 2018, e as indústrias de madeira e papel e celulose registraram pequenas variações negativas. Esses percalços pontuais puxaram o índice mensal para baixo”, afirmou. “Entretanto, as indústrias de máquinas e equipamentos, automobilística e de alimentos continuam com trajetórias ascendentes, o que indica boas perspectivas de fechamento de resultados do conjunto da indústria do Estado em 2019”.
PIB INDUSTRIAL – O Produto Interno Bruto (PIB) da indústria paranaense cresceu 2,3% no acumulado dos três primeiros trimestres de 2019, segundo Ipardes. Também houve crescimento de 1,89% no 3º trimestre na comparação com o mesmo período de 2018. A projeção do instituto para o PIB estadual de 2019, com todos os setores econômicos, é de crescimento de 0,7%.
ATIVIDADE ECONÔMICA – De acordo com boletim elaborado pela Secretaria de Estado da Fazenda, a atividade econômica no Paraná segue em alta, mesmo diante de percalços mensais, com crescimento de 2,45% nos últimos 12 meses (até outubro de 2019), conforme o Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central. Acesse o boletim completo.
Agronegócio brasileiro exportou US$ 96,8 bilhões em 2019
As exportações do setor do agronegócio somaram US$ 96,8 bilhões no ano passado. Esse valor representa 43,2% do total exportado pelo Brasil, segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os dados mostram leve crescimento do setor nas exportações totais do país. Em 2018, essa participação havia sido de 42,3%.
10 eventos de empreendedorismo para anotar na agenda 2020
Nenhum empreendedor cresce sozinho. Você pode ter ótimas ideias e ser uma pessoa bastante motivada, mas, se vive numa bolha dificilmente conquistará seu objetivo. A troca de experiências é fundamental para a inovação. É por isso que eventos de empreendedorismo fazem tanto sucesso.
Caso seja um empreendedor de primeira viagem ou está começando a sair da toca, fique de olho nos eventos a seguir.
Eventos de empreendedorismo 2020
1. VTEX Day
Esse é o maior evento de inovação digital da Amárica Latina. Uma experiência imersiva, que combina negócios e tendências de mercado, especialmente no varejo. No ano passado, o VTEX trouxe celebridades como Ricardo Amorim, Cristina Junqueira, Maurício de Souza e, até mesmo, Barack Obama.
Quando: 15 e 16 de abril
Quanto: R$497,00
Onde: São Paulo/SP
Informações: https://vtexday.vtex.com/#tickets
2. Feira Brasileira do Varejo
Três dias de evento reúnem as maiores personalidades nacional e internacional do varejo no FBV. São 90 estandes, mais de 30 palestrantes e mais 8.000 visitantes discutindo gestão, empreendedorismo e tendências para os próximos anos. A FBV já teve 6 edições e é um ótimo lugar para prospectar novos negócios.
Quando: 28 a 30 de maio
Quanto: a partir de R$225
Onde: Porto Alegre/RS
Informações: https://feirabrasileiradovarejo.com.br/

3. HSM Expo 2020
O HSM é também um dos maiores eventos de empreendedorismo do Brasil. Durante 3 dias, palestrantes nacionais e internacionais compartilham insights e experiências. Na edição de 2019, algumas das principais atrações foram: Eric Ries, pioneiro do movimento Lean Startup; Ana Paula Assis, presidente da IBM América Latina; e Yuval Noah Harari, professor de história e autor de bestsellers sobre o futuro da humanidade.
Quando: 09 a 11 de novembro
Quanto: a partir de R$3.320 (1º lote)
Onde: São Paulo / SP
Informações: https://www.hsm.com.br/expo-20
4. Startup Summit
Organizado pelo Sebrae / SC, o Startup Summit fortalece a inovação ao reunir o ecossistema empreendedor de todo o Brasil. São dois dias de palestras com os CEOs das principais startups do país. Entre os convidados de 2020 estão: Bel Humberg, cofundadora e CEO do eCommerce OQVestir; Camila Junqueira, diretora da Endeavor; e André Siqueira, cofundador da Resultados Digitais. O evento espera mais de 5.000 participantes, e terá 120 palestrantes, 200 expositores e 7 auditórios.
Quando: 20 e 21 de agosto
Quanto: R$199 (1º lote)
Onde: Florianópolis / SC
Informações: https://summit.sebrae.com.br/
5. RD Summit
O RD Summit é o maior evento de marketing e vendas da América Latina. Em 2019, mais de 15.000 pessoas assistiram palestras de Gary Vaynerchuk, Ann Handley, Wil Reynolds, Aaron Ross, Ricardo Cappra, Bia Granja, Ana Couto e outros influenciadores. A lista de palestrantes de 2020 ainda não foi divulgada, mas todos estão ansiosos pela próxima edição.
Quando: 28, 29 e 30 de outubro
Quanto: valores ainda não divulgados
Onde: Florianópolis / SC
Informações: https://rdsummit.com.br/

6. Superlógica Xperience
Em Campinas, interior de São Paulo, acontece o Superlógica Xperience. A edição de 2019 teve 75h de conteúdo, 200 palestrantes e mais de 7000 participantes. Os temas abordados? Investimentos, sucesso do cliente, gestão financeira, cultura, marketing, vendas, tecnologia e, claro, empreendedorismo.
Quando: 18 e 19 de junho
Quanto: R$499 (1º lote)
Onde: Campinas / SP
Informações: https://xperience.superlogica.com/
7. Summit Sebrae 2020
Summit Sebrae é o maior evento de empreendedorismo da instituição no Paraná, reunindo 3.300 profissionais para compartilhar conhecimento sobre inovação e negócios. As palestrasm tem vagas limitadas.
Quando: 17 e 18 de junho
Quanto: a partir de R$430
Onde: Curitiba/PR
Informações: https://www.sympla.com.br/summit-sebrae-2020__672508
8. Conexões Vale do Pinhão
Promovido pela Prefeitura de Curitiba, o Conexões Vale do Pinhão é um evento gratuito e, em 2019, reuniu nomes importantes do empreendedorismo da cidade como Alphonse Voigt, CEO da Ebax; e Camila Farani, investidora anjo do programa Shark Tank Brasil.
Quando: dezembro
Quanto: gratuito
Onde: Curitiba / PR
Informações: http://www.valedopinhao.agenciacuritiba.com.br/conexoes
9. Smart City Expo Curitiba 2020
Em 2019, o Smart City, reuniu 6790 pessoas para abordar os temas: sociedade inteligente e cultura, tecnologias para conectividade, modelos de negócios inovadores, renovação do espaço urbano, governança e revisão de políticas públicas. Ao todo foram 85 palestras em 2 dias de evento. Esse ano, o Smart City espera receber 10 mil visitantes.
Quando: 26 ou 27 de março
Quanto: a partir de R$337,50
Onde: Curitiba / PR
Informações: https://www.smartcityexpocuritiba.com/

10. Viasoft Connect
4250 estiveram no Viasoft Connect, um mega evento de inovação colaborativa promovido pela empresa de software. Entre os temas abordados temos: agrotecnologia, sucesso ao cliente, futuro do varejo, negócios escaláveis, ciência de dados, entre outros. A data da próxima edição ainda não foi divulgada, mas os ingressos já estão à venda.
Quando: não divulgado
Quanto: não divulgado
Onde: Curitiba / PR
Informações: http://materiais.viasoftconnect.com.br/viasoft-connect-2020-pre-venda
por @grassi_m com ACP (Associação Comercial do Paraná)
Porto de Paranaguá confirma recorde nas exportações de grãos
O Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá fechou 2019 com mais um recorde na movimentação dos granéis sólidos. Juntos, no ano, os dez terminais que compõem o complexo exportaram mais de 20,23 milhões de toneladas de soja e milho, em grão e farelo. O volume alcançado registra mais uma marca histórica, superando em quase 2,4% o número de 2018 –de 19,76 milhões de toneladas.

