Valor Bruto da Produção Agropecuária do PR cresce 21% em 2020 e alcança R$ 128,3 bilhões

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná em 2020 ultrapassou R$ 128,3 bilhões, de acordo com relatório preliminar que será publicado nesta sexta-feira (23) no Diário Oficial do Estado e ficará disponível no site da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. Os números levantados pelo Departamento de Economia Rural (Deral) representam um crescimento real de 21% em relação ao valor de 2019. Em termos nominais, o acréscimo é de 31%.

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Toyota confirma compacto híbrido flex no Brasil

CEO da Toyota para a América Latina e Caribe, Masahiro Inoue confirmou que a montadora terá no mercado brasileiro um modelo híbrido flex menor e mais barato que o Corolla e o Corolla Cross. A declaração foi feita em uma entrevista para a Folha de S.Paulo.

“A Toyota, mundialmente, vai oferecer produtos eletrificados, seja híbrido, híbrido plug-in ou com célula de combustível. No Brasil teremos um carro pequeno com tecnologia híbrido flex”, disse Inoue na reportagem.

A possibilidade de a marca produzir por aqui um compacto híbrido já era comentada por fontes da indústria desde o ano passado, mas somente agora a informação foi divulgada oficialmente. Uma reportagem do site Autos Segredos revelou que esse modelo havia sido aprovado pela matriz em 2020 e que seria produzido na fábrica de Sorocaba (SP) a partir de 2024, além de garantir que será um SUV.

O texto divulgado garante ainda que o modelo não seria o Raize como alguns sites brasileiros afirmam, por ser muito pequeno e com construção simples, e sim um veículo baseado na plataforma TNGA-B, a mesma do Yaris e Yaris Cross europeus, para competir na faixa de mercado onde atuam hoje Chevrolet Tracker, Jeep Renegade e VW T-Cross. Existe a possibilidade até de que esse SUV siga o mesmo design do Yaris Cross. Sobre a estratégia de eletrificação da Toyota no Brasil, o CEO da Toyota explicou na entrevista por que a marca aposta no híbridos flex em vez de adotar o caminho dos veículos 100% elétricos, como tem feito boa parte da indústria no País.

“Há a preocupação com a recarga, questão que pode estar resolvida na Califórnia ou na cidade de Xangai. Em países como o Brasil, entretanto, ainda não é possível ter uma estrutura ampla de carregamento das baterias. Por isso a aposta no híbrido flex para o mercado brasileiro”, disse Inoue. “O Brasil adotou o etanol há 40 anos, é praticamente carbono neutro, as emissões aparecem apenas na hora de produzir o combustível. Temos que aproveitar a tecnologia que já existe no país, não adianta investir muito dinheiro para produzir baterias.”

@grassi_m com agências internacionais e sites. Imagem: divulgação

Exportações do Agro somam US$ 12,1 bilhões em junho

As exportações do agro somaram US$ 12,1 bilhões em junho de 2021, alta de 25% na comparação em relação ao mesmo período de 2020, segundo análise feita Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com base nos dados do Ministério da Economia. O desempenho mensal foi favorecido pela manutenção do movimento de alta nos preços das commodities.

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Participe da próxima ação voluntária da CCIBJ-PR e Câmara JR

Em Curitiba, doações podem ser entregues na Câmara de Comércio e Indústria Brasil Japão do Paraná CCBJ-PR

A campanha do Agasalho, promovida pelos voluntários da CCIBJ-PR, Câmara JR e amigos do Japão no Paraná para arrecadar cobertores, roupas e sapatos para famílias em vulnerabilidade social e em situação de rua, começou nesse mês e vai até 16 de julho. O ponto de coleta é no Palácio Hyogo. Endereço: Avenida Comendador Franco, 871 – Jardim Botânico, Curitiba – PR, 80215-090. 

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Estudo indica recorde de importação de fertilizantes

Os primeiros cinco meses de 2021 apresentaram o maior volume importado de fertilizantes pelo Brasil da série histórica desde 2011, com movimentação de mais de 13 milhões de toneladas. Os dados são do Boletim Logístico, publicado no dia 7 de julho pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Com os preços bastante remuneradores no mercado internacional e doméstico, os produtores aproveitaram a  relação de troca favorável de alguns produtos agrícolas, recorrendo a operações de compras antecipadas a fim de garantir o futuro das atividades.

Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás foram responsáveis por importar 8,8 milhões de toneladas. O volume significa 67% do total. Cabe ressaltar que a Bahia praticamente dobrou o volume de importação de fertilizantes no primeiro semestre, indicando um maior investimento por parte dos produtores em suas lavouras, resultado também dos preços favoráveis das principais commodities.

Fretes – O Boletim Logístico também traz informações sobre o mercado de fretes, que registrou um desaquecimento no mês de maio, mantendo tendência de queda já registrada no mês de abril. O cenário justifica-se pelo período de entressafra, com desaceleração no mercado de fretes e no volume de embarques à medida que ocorre um arrefecimento relativo no fluxo da soja, em algumas localidades, onde os contratos já foram cumpridos e os agentes esperam a colheita da safra de milho no Mato Grosso.

De modo geral, existe um fluxo relevante e contínuo para as rotas com origem no Mato Grosso, o que mantém os preços mais elevados do que aqueles observados no mesmo período do ano passado. Esse suporte às cotações é devido a safra histórica de milho no Mato Grosso, bem como em vários estados com produção mais robusta.

Exportações da Bahia – Outro destaque desta edição é o estudo acerca da exportação de US$ 2,3 bilhões em produtos agrícolas originários da Bahia no ano de 2020. As commodities que se destacaram na balança comercial foram a cultura do café conilon no sul e café arábica no centro-sul; algodão, soja e milho primeira safra no extremo-oeste; e milho terceira safra no nordeste baiano. No total, foram exportados 5,4 milhões de toneladas de produtos agrícolas oriundos da produção de algodão (inclusive pluma), café (em grãos e moído), milho e soja (grão, farelo e óleo).

Quanto aos municípios de origem dos produtos, destaca-se a liderança de Luís Eduardo Magalhães com o volume exportado de 3 milhões de toneladas (56,37% do total do estado da Bahia). Neste cenário, localidades do extremo-oeste do estado – região produtora de soja, milho e algodão  – ocupam as cinco primeiras posições e totalizando cerca de 95% do volume exportado em 2020.

Quanto aos terminais exportadores desses produtos, cerca de 78% do volume é escoado pela cidade de Salvador (BA), pelo Terminal Portuário Cotegipe, sendo China, Alemanha e França os principais compradores internacionais.

Confira a íntegra do Boletim Logístico de junho de 2021.

Fonte: Conab

Tecpar atesta qualidade de materiais usados na construção civil

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) oferece uma solução tecnológica voltada a fornecedores de materiais para a construção civil de todo o País. É o chamado ensaio do efeito sobre a água, que avalia o que acontece com um material após contato com a água por determinado tempo. O serviço atende a indústria de tintas, impermeabilizantes, cimento e tubos e conexões, atestando a qualidade de seus produtos.

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