Toyota expande parceria com Amazon em negócios de carros conectados

A japonesa Toyota Motor  disse na segunda-feira que vai expandir sua colaboração com a Amazon.com para melhor uso dos dados coletados de carros conectados por meio das tecnologias de nuvem da Amazon.
A Toyota assinou pela primeira vez um acordo abrangente com a Amazon Web Services, um braço de serviços em nuvem da empresa dos EUA, em 2017 para analisar big data coletados de carros conectados e aplicá-los ao design, desenvolvimento e manutenção de veículos, bem como compartilhamento de carros outros serviços.

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LIVE “Agro 4.0: obstáculos e oportunidades no campo” é o tema do painel do ABII Live Talks da próxima quarta-feira

19 de agosto, às 17 horas. Agende-se!

Contamos com a sua participação!

Teremos três super convidados: Tavvs Alves, Diretor científico do Ceagre; Luiz Eduardo Bueno Borges, CEO da Simple Agro; e Eduardo Müller Saboia, General Manager na Agrofácil Treinamento e Consultoria; com mediação de Claudio Henrique Goldbach, diretor da ABII e CEO da TERMICA Solutions

O agronegócio é uma grande fortaleza da indústria brasileira e está em franca expansão. Este time de peso vai discutir como o Agro tem se tornado Tech e quais são os principais obstáculos e facilitadores, tanto tecnológicos quanto humanos

 Quer receber o link da transmissão em seu e-mail no dia do evento? Inscreva-se aqui: https://lnkd.in/dyhv3mm

A ABII vai realizar uma série especial de eventos online até dezembro, destinada a profissionais e equipes envolvidas no processo de adoção e implementação da indústria 4.0. Os eventos gratuitos serão realizados a cada quinze dias e a transmissão será ao vivo no canal da ABII no YouTube.

As temáticas dos nove painéis estarão ligadas as áreas de agronegócio, manufatura, saúde e cidades inteligentes.

Começa nesta segunda o prazo para entrega da declaração de propriedade rural

A partir das 8h desta segunda-feira (17/08), os proprietários rurais de todo o país já podem começar a enviar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2020. O prazo de entrega vai até as 23h59min59s de 30 de setembro.

Expectativa – A Receita Federal espera receber 5,9 milhões de declarações este ano, cerca de 104,5 mil a mais que as 5.795.480 enviadas em 2019. A declaração só pode ser preenchida por meio do programa gerador da declaração, que pode ser baixado na página do órgão na internet a partir desta segunda-feira.

Quem declara– Devem apresentar a declaração pessoas físicas e jurídicas proprietárias, titulares do domínio útil ou que detenham qualquer título do imóvel rural. Apenas os contribuintes imunes ou isentos estão dispensados de entregar o documento. O produtor que perdeu ou transferiu a posse ou o direito de propriedade da terra desde 1º de janeiro também está obrigado a apresentar a declaração.

Preenchimento – A DITR deve ser preenchida no computador, por meio do programa gerador. O documento pode ser transmitido pela internet ou entregue em pendrive (mídia removível acessível por porta USB) em qualquer unidade da Receita Federal. Quem perder o prazo pagará multa de 1% ao mês sobre o imposto devido, com valor mínimo de R$ 50. O contribuinte que identificar erros nas informações pode enviar uma declaração retificadora, antes de o Fisco iniciar o lançamento de ofício, sem interromper o pagamento do imposto apurado na declaração original.

Pagamento – O Imposto sobre Propriedade Territorial Rural pode ser pago em até quatro parcelas mensais, mas nenhuma quota pode ser inferior a R$ 50. O imposto inferior a R$ 100 deve ser pago à vista até 30 de setembro, último dia de entrega da declaração. O pagamento pode ser feito por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf) em qualquer banco ou por transferência eletrônica de instituições financeiras autorizadas pela Receita. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Unidade da Fujifilm fará candidata à vacina COVID-19 na Grã-Bretanha

A Fujifilm Diosynth Biotechnologies, uma unidade da Fujifilm Corp. do Japão, disse segunda-feira que vai fabricar a vacina candidata contra o coronavírus da Novavax Inc. na Grã-Bretanha, começando no início do próximo ano.
A Fujifilm Diosynth Biotechnologies produzirá até 60 milhões de doses da vacina candidata COVID-19, desenvolvida pela empresa de biotecnologia dos EUA, para fornecimento à Grã-Bretanha em um local em Billingham.

Toyota e Mazda vão investir mais na nova fábrica dos EUA

Toyota Motor Corp. e Mazda Motor Corp. disseram na ultima semana que vão investir mais 830 milhões de dólares em uma fábrica conjunta sendo construída em Huntsville, Alabama.
O investimento adicional destina-se a introduzir mais tecnologias de fabricação de ponta nas linhas de produção da fábrica e fornecer treinamento avançado para sua força de trabalho, disseram as montadoras japonesas.

Vendas no comércio paranaense crescem em junho

As vendas do comércio paranaense continuam em um cenário de crescimento, depois dos impactos negativos da pandemia do novo coronavírus no varejo. O volume de vendas no comércio varejista ampliado, que inclui todas as atividades, inclusive materiais de construção e veículos, aumentou 9% em junho deste ano, na comparação com junho de 2019. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quarta-feira (12), pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

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Brasil exporta 3 milhões de sacas de café em julho, diz Cecafé

Em julho deste ano, o país exportou 3 milhões de sacas de café, considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído. O volume representa o segundo recorde histórico de exportações brasileiras de café para um mês de julho já registrado, apesar do atual cenário de pandemia por coronavírus. A receita cambial gerada pelos embarques foi de US$ 356,8 milhões, equivalente a R$ 1,9 bilhão, o que representa um aumento de 22,3% em reais em relação a julho de 2019. Já o preço médio da saca de café foi de US$ 117,4. Os dados são do Cecafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil.

Em relação às variedades embarcadas no mês, o café arábica correspondeu a 74,4% do volume total das exportações, equivalente a 2,3 milhões de sacas. O café conilon (robusta) atingiu a participação de 14,7%, com o embarque de 446,4 mil sacas, enquanto que o solúvel representou 10,9% das exportações, com 331,8 mil sacas exportadas.

“Os volumes de exportação registrados em julho mostram que iniciamos bem o ano cafeeiro, com uma boa entrada do café brasileiro no mercado e bons resultados em reais. Apesar do cenário de crise gerado pela pandemia, os resultados indicam que o agronegócio café irá se consolidar nos próximos meses com qualidade e sustentabilidade e, principalmente, tomando os cuidados necessários em relação aos protocolos privados, desde a colheita, passando pelos armazéns, transporte e chegando com segurança ao consumidor. Temos informações dos Estados produtores de que a colheita está em um ritmo muito bom, tanto em volume quanto em qualidade, o que sinaliza uma boa performance para o ano cafeeiro”, declara Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé.

Ano civil

No período de janeiro a julho deste ano, as exportações de café atingiram 22,9 milhões de sacas. Neste caso, o volume exportado também representa o segundo recorde histórico de exportações brasileiras de café para o mundo no período.

A receita cambial foi de US$ 3 bilhões, equivalente a R$ 14,7 bilhões, crescimento de 29% em reais em relação ao período anterior. Já o preço médio foi de US$ 128,9/saca, registrando crescimento de 3,2%.

Entre as variedades embarcadas de janeiro a julho, o café arábica representou 78,4% do volume total exportado, equivalente a 18 milhões de sacas, enquanto que o café conilon (robusta) atingiu a participação de 11,2%, com o embarque de 2,6 milhões de sacas, e o solúvel representou 10,3%, com 2,4 milhões de sacas. Entre as variedades, as exportações de conilon se destacaram no período ao registrarem crescimento de 15% em relação a janeiro a julho de 2019.

Principais destinos

No ano civil (jan-jul), os dez principais destinos de café brasileiro foram: os Estados Unidos, que importaram 4,3 milhões de sacas de café (18,6% do total embarcado no período); a Alemanha, com 3,9 milhões de sacas importadas (17,1% da participação total no período); Itália, com 1,8 milhão de sacas (8,1%); Bélgica, com 1,7 milhão (7,2%); Japão, com 1,2 milhão de sacas (5,1%); Federação Russa, com 755,8 mil sacas (3,3%); Turquia, com 736,4 mil sacas (3,2%); Espanha, com 568 mil sacas (2,5%); México, com 537,4 mil sacas (2,3%) e Canadá, com 482,5 mil sacas (2,1%).

Entre os principais destinos, o México e a Federação Russa registraram os maiores crescimentos no consumo de café brasileiro no ano civil, com aumento de 31,3% e 22,2%, respectivamente.

Já entre os continentes e blocos econômicos destacam-se o crescimento de 21,1% nas exportações para os países da América do Sul; 49,8% para a África; 94,8% para a América Central; 24,5% para os países do BRICS; 15,6% para o Leste Europeu, além do aumento de 41,3% nos embarques para os países produtores de café.

Diferenciados

No ano civil, o Brasil exportou 3,8 milhões de sacas de cafés diferenciados (que são os cafés que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis). O volume, que foi o segundo maior embarcado para o período nos últimos cinco anos, corresponde a 16,6% do total de café exportado de janeiro a julho deste ano.

A receita cambial gerada com a exportação de cafés diferenciados do Brasil foi de US$ 625,6 milhões, representando 21,1% do total gerado pelo Brasil em receita com as exportações no ano civil de 2020 até agora.

Os principais destinos de cafés diferenciados foram: EUA, que importaram 660,7 mil sacas (17,3% do volume total do tipo de café embarcado no ano civil); Alemanha, com 551,2 mil sacas (14,4% de participação); Bélgica, com 486 mil sacas (12,7%); Japão, com 326 mil sacas (8,5%); Itália, com 271,6 mil sacas (7,1%); Espanha, com 176,4 mil sacas (4,6%); Reino Unido, com 140,7 mil sacas (3,7%); Suécia, com 127,6 mil sacas (3,3%); Canadá, com 112,5 mil sacas (2,9%) e Países Baixos, com 100,7 mil sacas (2,6%).

Portos

O Porto de Santos segue na liderança da maior parte das exportações no ano civil de 2020, com 79,9% do volume total exportado a partir dele (equivalente a 18,3 milhões de sacas). Em segundo lugar estão os portos do Rio de Janeiro, com 12,6% dos embarques (2,9 milhões de sacas).

Fonte: Cecafé