Seis filmes para aprender sobre Hiroshima e Nagasaki

Indicações de historiadores relembram o evento que mudou os rumos da 2a Guerra Mundial há 75 anos

Às 8h15 da manhã do dia 6 de agosto de 1945, o mundo testemunhou um dos momentos mais sombrios e decisivos do século XX. Um clarão cobriu a cidade de Hiroshima, no Japão, levando a vida de milhares de pessoas, imediatamente. Três dias depois, outro bombardeiro despejou uma bomba ainda mais forte sobre a cidade de Nagasaki.

Passados exatos setenta e cinco anos, mais sete países tornaram-se nuclearmente armados: Rússia, Inglaterra, França, China, Israel, Índia e Paquistão, somando mais de 20 mil ogivas, a maior parte delas dezenas de vezes mais poderosas do que as bombas que explodiram no Japão e um número incerto, cem vezes mais potente.

Segundo o diretor geral do Colégio Positivo, Celso Hartmann, “é importante manter viva a lembrança dessa tragédia na mente dos que a conhecem e apresentar aos jovens um fato histórico cuja probabilidade de não se repetir no futuro depende fundamentalmente das novas gerações”. Professores de História indicam a seguir  seis opções de filmes para assistir durante a quarentena e aprender um pouco mais sobre o episódio que mudou os rumos da Segunda Guerra Mundial.

Gen, Pés Descalços (1983)

A animação japonesa é adaptada da história em quadrinhos que leva o mesmo nome, publicada em 1973 por Keiji Nakazawa. Trata-se de uma obra autobiográfica que conta a história de Gen Nakaoka, um garoto de 7 anos de idade. O filme relata como o garoto, seu pai, mãe (que estava grávida) e irmãos, viviam durante a Segunda Guerra Mundial na cidade japonesa de Hiroshima. “Os personagens são constantemente aterrorizados pela fome, pois grande parte de seus ganhos tinha que ir para o Estado, e também devido à escassez gerada pelos ataques aéreos americanos. O pai de Gen é agricultor e artesão de chinelos. No seu discurso contra a guerra, ele criticava os loucos do governo que os colocaram nesta situação e, mesmo sendo massacrados pelos aliados, não se rendiam”, conta o professor de História do colégio Semeador, de Foz do Iguaçu (PR), Matheus Eugenio Lima. “A animação demonstra o momento quando o  avião solitário norte americano que sobrevoava Hiroshima no dia 6 de agosto e lança a terrível bomba atômica. E, depois disso, a vida de Gen e sua mãe, únicos sobreviventes do bombardeio, tentando sobreviver em um Japão arruinado pela guerra”, relata Lima.

Hiroshima: o Dia Seguinte (2011)

A dica da professora de História do Colégio Positivo – Santa Maria, em Londrina (PR), Danielle Estevão, é o documentário da Natgeo que apresenta as primeiras 24 horas após o ataque de Hiroshima, a partir da visão de uma equipe de cientistas americanos e militares, que avaliam a extensão dos estragos da bomba, e dos relatos dos sobreviventes.

O Túmulo dos Vagalumes (Hotaru no Haka, 1988)

O filme autobiográfico de Akiyuki Nosaka se passa na cidade de Kobe, no Japão. “Apesar de sair do foco Hiroshima e Nagasaki, ele traz a realidade dos japoneses durante os anos finais da II Guerra Mundial, quando o Japão sofreu com bastantes bombardeios incendiários”, afirma o professor de História do Colégio Positivo – Joinville (SC), Guilherme José Moraes. Com a cidade em chamas, os irmãos Setsuko (4 anos) e Seita Akiyuki (14 anos) se desdobram o máximo possível para sobreviver em meio à guerra. “O filme traz um olhar além dos combatentes, repassa o cotidiano dos cidadãos japoneses em meio à destruição e ao caos, trazendo assim ao espectador uma noção mais próxima da realidade dos traumas de quem vivenciou a II Guerra Mundial”, ressalta Moraes. Esse anime é considerado uma obra prima do Studio Ghibli (considerado a melhor produtora de filmes japoneses). O filme está disponível no YouTube, em versão legendada e dublada.

Rapsódia em agosto (Hachi-gatsu no rapusodî, 1991)

Uma mulher idosa mora em Nagasaki, no Japão, e está tomando conta dos seus quatro netos durante as férias. Lá, eles aprendem sobre a bomba atômica que atingiu o local em 1945 e como o fato acabou matando o avô deles. Trata-se de um conto de três gerações: a que sofreu as consequências em uma ponta e a que não mais se lembra da magnitude do ocorrido na outra. “O enredo é cheio de simbolismo e analogias aos bombardeamentos e sofrimentos posteriores das pessoas afetadas”, conta o professor de História do Colégio Positivo, em Curitiba (PR), André Marcos.

Corações Sujos (2012)

O tratado de rendição assinado pelo imperador japonês Hirohito ao general americano Douglas MacArthur marcou o fim da Segunda Guerra Mundial. Entretanto, no Brasil, o anúncio não marcou o fim do período de violência. Os imigrantes japoneses que viviam no interior do estado de São Paulo, formando a maior colônia do país fora do Japão, dividiram-se em dois grupos: os que acreditavam na notícia eram chamados de traidores da pátria, apelidados de “corações sujos”, e perseguidos por aqueles que endeusavam o imperador e ainda acreditavam na vitória do Japão. “É um filme brasileiro sobre intolerância, fundamentalismo, racismo, baseado no livro de Fernando Morais e baseado em fatos reais”, conta o professor de História do Colégio Positivo – Master, de Ponta Grossa (PR), Jakson Carlos.

Luz Branca/Chuva Negra: a Destruição de Hiroshima e Nagasaki (2007)

O vídeo produzido pela HBO parte da memória de sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki, mesclando com vídeos da época, que explicam a situação do Japão. Aborda também a indiferença dos jovens japoneses com o que aconteceu em 1945. “As cenas de destruição são reais e impactantes. Talvez mais impactante ainda seja o discurso do então presidente dos EUA, Harry Truman, no qual ele explica a existência da bomba, a destruição de tudo o que o Japão pudesse ter em termos bélicos e sua frieza ao anunciar que a bomba aumentou em muito o poder de destruição dos Estados Unidos”, conta a professora de História do Colégio Positivo, em Curitiba (PR), Tereza Cristina Gambus Faria. Segundo ela, o enredo, baseado em memórias de pessoas reais, deixa o filme ainda mais impactante.

Com informações da assessoria do Colégio Positivo

Incubadora do Tecpar recebe empresa de tecnologia educacional

Uma startup de tecnologia educacional (edtech) sediada em Cascavel, Região Oeste do Estado, é a mais nova incubada do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). É a Sensorama Tecnologia Educacional, uma provedora de conteúdos didáticos digitais, que combina ferramentas como realidade virtual, realidade aumentada e inteligência artificial com metodologias de ensino.

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Confiança do consumidor no Brasil sobe em agosto, mas ritmo de recuperação desacelera, diz FGV

A confiança do consumidor no Brasil registrou alta pelo quarto mês consecutivo em agosto e voltou ao nível de março, quando começou o impacto do coronavírus sobre a economia, mas desacelerou o ritmo dos ganhos quando comparados às leituras anteriores.

A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou nesta segunda-feira que seu Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 1,4 ponto em agosto, para 80,2 pontos, mesmo nível registrado em março.

Com esse resultado, o índice recupera o total da perda acentuada de 22 pontos registrada em abril, o mês de pandemia que teve o maior impacto econômico devido à imposição de medidas de combate à Covid-19 que forçaram o fechamento de estabelecimentos, gerando fortes quedas no emprego e na renda.

Apesar de ter apresentado seu quarto salto mensal seguido, a melhora da confiança em agosto teve uma desaceleração ante o ritmo da recuperação iniciada em maio, disse a FGV, que destacou “expressiva heterogeneidade entre as classes de renda”.

“Os movimentos distintos mostram que não apenas o impacto mas a velocidade de reação pode ser diferente entre os agentes econômicos e devem ser analisadas com atenção”, completou Bittencourt.

Em agosto, o Índice da Situação Atual (ISA), que mede a percepção dos consumidores sobre o momento presente, subiu 0,5 ponto, para 71,5 pontos, nível ainda muito baixo em termos históricos. O Índice de Expectativas (IE) avançou 2,0 pontos, para 87,1 pontos, o melhor resultado desde fevereiro.

O indicador que mede a satisfação presente dos consumidores com a economia avançou 1,2 ponto, para 75,1 pontos, enquanto o indicador que mede a satisfação com a situação financeira familiar cedeu 0,3 ponto, para 68,4 pontos.

A recuperação da confiança do consumidor no Brasil nos últimos meses foi impulsionada por medidas de flexibilização das restrições impostas no combate ao coronavírus em importantes centros econômicos, como São Paulo. Enquanto isso, a doença segue avançando no país, que já registra quase 115 mil mortos.

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Confiança da indústria cresce 8,4 pontos na prévia de agosto

O Índice de Confiança da Indústria cresceu 8,4 pontos na prévia de agosto, na comparação com o número final de julho. Com o resultado, a confiança chegou a 98,2 pontos, em uma escala de zero a 200, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgados hoje (20), no Rio de Janeiro.

A confiança dos empresários no momento atual cresceu 8,1 pontos e chegou a 97,2 pontos. Já a expectativa dos empresários avançou 8,8 pontos e atingiu 99,3 pontos.

O resultado preliminar mostra que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria subiu para 75,4%, 3,1 pontos percentuais acima do resultado de julho.

Confiança do comércio tem crescimento recorde em agosto

Após sinais de recuperação em julho, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), seguiu a tendência positiva e registrou a maior alta da história em agosto (+11,5%), chegando a 78,2 pontos. Embora permaneça na zona de avaliação pessimista (abaixo dos 100 pontos), o crescimento mensal foi o maior desde o início da realização da pesquisa, em abril de 2011. Por outro lado, no comparativo anual, houve queda de 32%.

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Nissan abre loja virtual

A Nissan abriu na segunda-feira, 17, sua primeira loja para venda 100% digital, da escolha do produto, passando pelo financiamento, até o pagamento. Inicialmente, apenas um carro da marca será vendido exclusivamente por esse canal: a versão 1.0 do Versa V-Drive – modelo assim renomeado que corresponde à geração produzida atualmente em Resende (RJ), diferente do novo Versa, maior, que será lançado no Brasil a partir de outubro próximo, importado do México.

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Mercado Municipal de Curitiba inaugura praça em homenagem a Mário Shiguemitu Yamasaki

Em reconhecimento aos anos de dedicação e comprometimento de Mario Shiguemitu Yamasaki (1955-2020) com o Mercado Municipal de Curitiba e seus comerciantes, a Ascesme – Associação dos Comerciantes Estabelecidos no Mercado Municipal de Curitiba, com apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba, inaugurou na sexta-feira, 14 de agosto, a “Praça Mario Shigue” no Setor de Hortifrutis do Mercado Municipal.

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Cônsul-Geral Masahiro Takagi visita Castro e Memorial de Imigrantes Japoneses

Lideranças  consulares e empresariais reunidas em Castro no Paraná

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Japão do Paraná, Arata Hara, junto do Cônsul Geral do Japão em Curitiba, Masahiro Takagi, fez visita na ultima semana, em Castro interior do Paraná.

Durante agenda de atividades do dia, foram realizadas reuniões na sede da Nova Castro e na Associação Cultural Esportiva de Castro.

“Tivemos a honra de receber em Nova Castro, no dia 13 de agosto, o Cônsul Geral do Japão em Curitiba, Masahiro Takagi. Dentre os diversos assuntos importantes, conversamos, juntamente com os diretores da CCIBJ do Paraná,  da Nova Castro, do Grupo Empresarial Yamamoto e representantes consulares e de Castro. Sobre o projeto que deu início a uma nova fase no desenvolvimento econômico da cidade, oferecendo áreas amplas para a construção ordenada de uma nova safra de empreendimentos imobiliários. Nova Castro é uma continuação de Castro”, afirmou Hara.

Participaram do encontro: cônsul-adjunto do Consulado Geral do Japão em Curitiba; Kazuu WAKAEDA, senhores Setsuo Yamamoto do Grupo Yamamoto, Emerson Gobbo; Secretário de Desenvolvimento Urbano de Castro, Alvaro Yamamoto; Presidente da ACEC, Diego Hara e Osmar Kano; diretor da CCIBJ do PR.

 

Através das suas redes sociais no instagram, o Cônsul TAKAGI destacou algumas notas:

 

“Em Castro visitei o local de um projeto abrangente para habitação, comércio, educação, saúde, agricultura e indústrias. Este projeto já está em andamento”.

TAKAGI DIZ: “Em Castro tive a oportunidade de conversar com a Sra. Kazumi Yamamoto. Ela, na idade em que muitos pensam em se aposentar, fez o contrário; decidiu iniciar sua atividade empresarial. Hoje, vários anos depois, ela faz sucesso e se sente mais jovem a cada dia”.

“Na Associação Cultural Esportiva de Castro, visitei o Memorial de Imigrantes Japoneses e conversei com o Sr Presidente Alvaro Yamamoto e algums associados. O local tem um grande salão de eventos e campo esportivo com uma variedade de cerejeiras e ipês”, comentou TAKAGI.

 

@grassi_m com informações do Consulado Geral do Japão em Curitiba e CCIBJ – PR

Sobre Nova Castro
Assista o filme institucional no link:
https://www.youtube.com/novacastro

 

 

Pesquisa inédita sobre ferrugem-asiática é publicada por jornal científico do Canadá

Pesquisa científica inédita denominada “Análise Comparativa de Severidade de Ferrugem-asiática em Soja Semeada em Dezembro e Fevereiro em Mato Grosso, Safra 2018/2019” foi publicada pelo Centro Canadense de Pesquisa e Educação, no Jornal de Agricultura e Ciência (Vol. 12, No. 9; 2020. ISSN 1916-9752 E-ISSN 1916-9760). A pesquisa, conduzida pela Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde e pelo Instituto Agris de Passo Fundo, demonstrou que nos plantios de soja de fevereiro houve uma substancial diminuição do uso de fungicidas, tendo em vista menor severidade da ferrugem-asiática, comparada com os plantios de dezembro, configurando assim, um benefício fitossanitário e ambiental.

Para a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), a pesquisa comprova o que o produtor rural já sabia na prática, que o melhor período para fazer semente para uso próprio é em fevereiro, já que nesse período há menos incidência de ferrugem e a soja pode ser colhida em um período com menos umidade, o que também possibilita uma melhor qualidade da semente.

O entrave pela produção de semente para uso próprio no Estado se tornou uma celeuma, já que a Instrução Normativa Conjunta Sedec/Indea-MT nº 002/2015 limitou o plantio da oleaginosa até 31 de dezembro, fazendo com que os produtores que antes cultivavam sua semente para uso próprio no final de janeiro ou em fevereiro antecipassem esse cultivo para dezembro, período mais úmido e com mais incidência de ferrugem-asiática. Com isso, aumentou-se também nesse período de dezembro, o uso de fungicidas químicos. Em torno de 50% a mais.

Aprosoja afirma que a IN nº 002/2015 infringiu três requisitos que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) determinou em sua Instrução Normativa nº 002/2007, quando da instituição do Programa Nacional de Controle da Ferrugem-Asiática da Soja (PNCFS). Para implantação da Calendarização do Plantio da Soja deveria ter sido realizada Pesquisa científica prévia. Também as organizações dos produtores rurais deveriam ser previamente consultadas. E após a implantação da calendarização o Estado deveria monitorar ano a ano a sua eficácia. Nenhum dos três requisitos foram cumpridos.

“A Calendarização do Plantio da Soja em Mato Grosso foi feita numa canetada em 2015 no governo Pedro Taques, desrespeitando critérios científicos e normativos, e mais, feita por um ato administrativo que limitou um direito do produtor, antes estabelecido. As normativas do Mapa foram rasgadas com este ato, e o produtor, agora comprovando por meio de Pesquisa científica, e fazendo o papel que o Estado deveria ter feito, demonstra o equívoco que foi cometido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedec) e pelo Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT)”, pontuou a Aprosoja.

Associação lembra ainda que a pesquisa científica apoiada pelos produtores de soja tem sido alvo de ataques por entidades como Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (Ampa), Fundação Mato Grosso, e pela própria Embrapa Soja.

“Essas entidades sequer demonstraram por Pesquisa Técnica a campo as suas contrariedades. A própria Embrapa Soja jamais realizou uma Pesquisa desse tipo, e por isso a mesma é inédita. Aliás, essa mesma Embrapa Soja foi convidada a acompanhar a Pesquisa que ora se pública, mas esta empresa de Pesquisa simplesmente se omitiu”, destaca a Aprosoja.

Ainda conforme lembra a entidade, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MP) “tentou de todas as formas impedir a repetição da Pesquisa comparativa de severidade da ferrugem-asiática este ano referente à safra 2019/2020, primeiro, por meio de Notificação Recomendatória, e após, propondo 14 Ações Civis Públicas contra os participantes da Pesquisa. Todavia, ainda que o Juízo da Vara Especializada de Meio Ambiente da Capital houvesse determinado, liminarmente, a destruição dos campos experimentais, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso revogou esta decisão e manteve a Pesquisa até a colheita dos campos”.

Para a Aprosoja, “o MPMT pré-julgou os fatos e se equivocou a basear suas notas recomendatórias e ações civis públicas em meros argumentos técnicos de determinadas entidades de Pesquisa, todavia, sem que estes argumentos fossem comprovados por Pesquisa científica a campo”.

“A Promotoria de Meio Ambiente adentrou em mérito científico que desconhecia, e foi levada a erro por entidades como a Embrapa Soja, Fundação Mato Grosso, Aprosmat, Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (Abrass), Comitê de Ação à Resistência à Fungicidas (Frac), Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), entre outras. Não há mal ou erro algum em que o indivíduo desconheça determinada área que não faz parte do seu dia a dia, todavia, se negar a conhecer ou ter vontade de conhecimento, por meio de Pesquisa científica é um erro”, finalizou a associação.

Fonte: Aprosoja MT