EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA

O Presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil-Japão do Paraná, no uso de suas atribuições estatutárias contidas no Art. 12º e,  em cumprimento  o   parágrafo primeiro do Art. 16º do Estatuto Social, CONVOCA os seus associados para a Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se no dia 26 de março de 2021 (sexta-feira), às 18h30, em … Ler mais

Toyota é a primeira do ranking de reputação, seguida por VW e Honda

A Toyota conquistou o primeiro lugar entre as montadoras no ranking que mede a reputação das maiores empresas do Brasil. A 7ª edição da pesquisa Monitor Empresarial de Reputação Corporativa (Merco) avaliou 12 companhias do setor, que teve a Volkswagen na segunda posição, seguida pela Honda.

No ranking total com 100 empresas, a Toyota ficou em 10º lugar, à frente de empresas como Porto Seguro, Unilever, Netflix, Gerdau e Microsoft. A Volkswagen ficou na 21ª colocação da lista geral e a Honda na 31ª. A melhor empresa do Brasil na classificação geral foi a Natura, seguida por Ambev e Magazine Luiza.

O levantamento analisa etapas de avaliação e entrevistas com analistas financeiros, ONGs, sindicatos, associações de consumidores, jornalistas econômicos e integrantes de universidades. O estudo começa com uma entrevista com altos executivos de empresas com faturamento superior a U$ 40 milhões, que apontam dez companhias com melhor reputação.

O ranking das montadoras segue com a Fiat em 4º lugar (50º na geral), Mercedes-Benz em 5º (52º na geral) e Ford em 6º (69º na geral). Como a pesquisa é referente a 2020, não chegou a contemplar a situação da montadora americana, que anunciou o fechamento das suas fábricas no Brasil neste ano.

Veja a seguir o ranking com todas as 12 montadoras classificadas entre as 100 empresas com melhor reputação corporativa do Brasil.

1º Toyota, 2º Volkswagen, 3º Honda, 4º Fiat, 5º Mercedes-Benz, 6º Ford, 7º Volvo, 8º Yamaha, 9º Renault, 10º GM, 11º Hyundai, 12º Mitsubishi.

Foto: Corolla zero KM na revenda Toyota Barigui em Curitiba

Soja ocupa um quarto do território estadual e é exportada para mais de 20 países

A afirmação de que o Paraná alimenta o mundo fica ainda mais evidente quando se fala de um pequeno grão, redondo e amarelo, que domina boa parte da lavoura e 36,8% de tudo que é exportado pelo Estado. Partindo de navios desde o Porto de Paranaguá, a soja paranaense chega a mais de 20 países da Ásia e da Europa, além do México, onde vivem 4,1 bilhões de pessoas, mais da metade da população mundial.

Principal produto do agro paranaense e brasileiro, o cultivo da soja ocupa mais de um quarto de todo o território do Estado e está espalhado por todas as regiões. São 5,6 milhões de hectares de área plantada na safra 2020/2021 – ou 56 mil quilômetros quadrados, enquanto o Paraná tem um território de quase 200 mil quilômetros quadrados – e a estimativa de colher 20,4 milhões de toneladas do grão.

Esta reportagem da série Paraná que Alimenta o Mundo vai mostrar o que a soja representa atualmente para o Estado. O cultivo do grão ganhou espaço nos anos 1970, substituindo o café na preferência dos produtores paranaenses, depois que a geada negra de 1975 destruiu o que era então a principal cultura do Estado. “O Brasil já superou há anos a produção de soja dos Estados Unidos e é hoje o maior produtor mundial. E o Paraná se destaca no cenário nacional como o segundo estado com a maior produção”, afirma o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

“De um acidente climático, que foi a grande geada, a um intenso processo de mecanização, a soja se constituiu como a principal cultura agrícola do Paraná. Tem o maior valor de produção, é o principal produto da exportação, ocupa o maior espaço da agricultura e movimenta intensamente vários setores do Estado”, explica Ortigara. “Para o consumo humano, a soja é usada na produção de óleo vegetal, mas o grão é destinado, principalmente, para fabricação de rações, fortalecendo outra vocação do Paraná que é a pecuária e a produção de proteína animal”, diz.

O agricultor Valdomiro Rebellato é um dos paranaenses que apostam no cultivo da oleaginosa desde os anos 1970. Conta com uma área de 345 hectares em Cascavel, na região Oeste, que foi colhida no início de março. “Houve uma evolução muito grande nessas últimas décadas e a tendência é produzir cada vez mais. Veio muita tecnologia, variedades novas de sementes e muito conhecimento para o trato do solo, de maquinário, da época de plantio. Quem investe tem retorno garantido”, afirma.

PRODUÇÃO – O Paraná é o segundo maior produtor da commoditie no Brasil, atrás do Mato Grosso, e também o segundo maior exportador. Em 2020, mesmo com uma pandemia em curso, o Estado bateu recordes de produção, com aproximadamente 21 milhões de toneladas colhidas, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura E abastecimento.

Deste total, 17,3 milhões de toneladas do complexo soja (grãos, farelo e óleo) foram para a exportação, sendo 13,4 milhões de toneladas somente do grão. O valor de exportação superou os US$ 6 bilhões (R$ 33 bilhões na cotação atual), o que representa 36,8% de toda a exportação paranaense e 17% de toda a soja vendida ao exterior pelo Brasil.

Os dados foram compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), com base nas informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. Segundo o levantamento, o grosso da produção é exportado para a China, que comprou 12,2 milhões de toneladas (70,6%) do complexo soja no ano passado.

Os outros países compradores foram a Holanda, Coreia do Sul, França, Paquistão, Bangladesh, Índia, Turquia, Alemanha, Tailândia, Polônia, Eslovênia, Espanha, Vietnã, Romênia, Taiwan, Irã, Bélgica, Japão, Reino Unido e México.

Com AEN

Foto © Gilson Abreu/AEN

Pesquisa do FMI mostra que grandes empresas se tornaram mais dominantes durante pandemia

A pandemia de coronavírus fortaleceu significativamente o poder de mercado de empresas dominantes, o que pode prejudicar o crescimento de médio prazo e sufocar a inovação e o investimento, disse o Fundo Monetário Internacional nesta segunda-feira em um novo artigo de pesquisa. Os principais indicadores de poder de mercado estão subindo, incluindo aumentos de preços … Ler mais

É declarado início da temporada de flores de cerejeira em Tóquio

A Agência de Meteorologia do Japão declarou o início da temporada de flores de cerejeira em Tóquio.

Na tarde de domingo, funcionários da agência confirmaram que pelo menos cinco flores haviam se aberto na árvore da variedade Somei-yoshino localizada no Santuário Yasukuni, no centro de Tóquio, a qual é utilizada como referência para determinar o início da temporada.

A declaração foi dada 12 dias mais cedo do que a média, no mesmo dia em que foi declarada no ano passado – o mais cedo desde que os dados estatísticos começaram a ser coletados em 1953.

Uma empresa comercial de previsão do tempo informou que as cerejeiras devem começar a florescer mais cedo que o normal em muitas partes do oeste e leste do país.

Com NHK

Universidades estaduais estão entre as melhores dos países emergentes

As universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste) estão entre as melhores dos países em desenvolvimento, segundo o ranking da revista britânica Times Higher Education – Emerging Economies 2021, divulgado na terça-feira (09). O ranking classificou as 606 melhores instituições de ensino superior de 48 países considerados emergentes.

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