Tecpar firma parcerias para fortalecer ambiente de inovação

Com foco no fortalecimento do ambiente de inovação no Estado, o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) consolidou em 2019 parcerias estratégicas para a atração de novos negócios e apoio ao setor produtivo. Os projetos contemplam áreas como energias renováveis, empreendedorismo inovador, fortalecimento da pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias.

Foram firmados acordos de cooperação com instituições públicas e privadas, como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-PR), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Paraná Invest. Na área de pesquisa, as parcerias foram com a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e a Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Segundo o diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, as ações seguem a determinação do Governo do Estado, para estimular a união da produção científica das universidades com inciativas de organizações dos setores público e privado, em favor de uma agenda que gere soluções mais eficientes e inovadoras.

“Ao longo de seus quase 80 anos, o Tecpar participou de projetos inovadores com o setor público e privado, cumprindo sua missão de atuar em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação e na Produção e Soluções Tecnológicas que agreguem valor aos nossos clientes e à sociedade”, enfatiza Calado. “Atuamos neste ano com um foco claro: construir projetos que gerem novos negócios no Paraná, com criação de empregos de alto impacto.”

Em 2019, o Senai-PR e a Invest Paraná se tornaram parceiras do Tecpar em ações conjuntas para impulsionar o ambiente de negócios no estado. O acordo assinado com o Senai-PR busca trazer mais eficiência na aplicação dos recursos destinados ao apoio e ao desenvolvimento dos negócios incubados e acelerados.

As instituições se comprometem a compartilhar infraestrutura física e tecnológica, oferecendo condições para o desenvolvimento dos negócios das empresas incubadas do Tecpar e aceleradas do Senai.

 

Vendas de veículos crescem 10,48% em 2019

As vendas de veículos subiram em 2019 e o balanço do ano ficou positivo em todos os segmentos, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (2) pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).
De janeiro a dezembro do ano passado foram vendidos 383 mil mais do que em 2018, um alta de 10,48%.
Separado por tipo de veículo, os melhores desempenhos, no ano, ficaram entre os implementos rodoviários (alta de 41,93%), ônibus (38,94%) e caminhões (33,12%).
Em dezembro, 370 mil veículos foram vendidos, dos quais 215,3 mil eram automóveis. Na comparação com o mesmo mês em 2018, a alta foi de 13,72%, entre os carros, e de 12,04%, somados todos os setores.
No ano, as vendas de automóveis e de comerciais leves tiveram crescimento de 7,65%, com o emplacamento de 2,6 milhões de unidades em 2019.
O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, afirmou, em nota, que o cenário de taxa de juros menores e queda nos índices de desemprego e de inadimplência favoreceram a melhora nos números.
“Esse cenário impulsionou a oferta de crédito, o que deve continuar em 2020, por isso, confiamos em um novo ciclo de crescimento, ainda que moderado”, disse.
Assumpção afirmou também que houve melhora na oferta de crédito, abrindo espaço para mais vendas.
Com o resultado positivo em 2019, a Fenabrave aposta em alta de 9,67% para o setor neste ano, o que representará a comercialização de 4,3 milhões de veículos.

CCIBJ-PR deseja a todos um Feliz 2020!

O ano de 2019 chega ao fim e encerra a primeira década do século XXI, marcada por transformações e muitos desafios. A nova década se inicia com a expectativa da retomada do crescimento do Brasil e do Paraná. Os comerciantes e industriais associados seguirão superando dificuldades e desafios, atuando em prol do desenvolvimento sustentável e visando oferecer mais qualidade de vida para empresários, colaboradores e suas famílias. A Câmara de Comércio e Indústria Brasil- Japão do Paraná deseja a todos um 2020 cheio de realizações e cada vez mais inovador.

Companhia japonesa vai oferecer passagens grátis pelo país para turistas estrangeiros

A Japan Airlines anunciou que vai oferecer até 100 mil passagens aéreas para que turistas estrangeiros, em especial os que irão ao Japão para os Jogos Olímpicos, possam conhecer outras regiões do país!

Segundo comunicado oficial, a campanha Win a Trip with JAL será realizada a partir de fevereiro em conjunto com o setor de turismo do país e oferecerá até 50 mil passagens de ida e volta saindo dos aeroportos de Tokyo ou Osaka. A JAL vai sugerir a cada passageiro quatro opções de destino no país e ele poderá optar pela que mais agradar. As viagens gratuitas poderão ser realizadas no período de julho a setembro de 2020.

A companhia prometeu divulgar todos os detalhes da promoção em meados de janeiro.

Portos do Paraná alcançam recorde de movimentação

O Porto de Paranaguá alcançou na madrugada desta terça-feira (31), a marca de 53.098.566 toneladas de produtos movimentados. O número, que deve aumentar ao longo do dia, já supera o recorde do ano passado, quando foram 53.029.221 toneladas. Em Antonina, as movimentações somaram 908.377 toneladas e são 17% maiores que em 2018. Com isso os portos do Paraná tiveram o melhor ano da história, mesmo com a quebra na safra de soja brasileira no primeiro trimestre de 2019.

Nem o clima, que tem impacto direto no embarque de grãos, atrapalhou o bom momento do setor portuário paranaense. Neste ano, os registros de chuva foram 8% maiores que no ano anterior. “Foi um ano desafiador, em que a eficiência foi determinante para manter o alto índice de produtividade. Temos regras claras para embarque e desembarque, excelente infraestrutura e um corpo técnico qualificado. Conquistamos a confiança do mercado nacional e internacional”, destacou o diretor-presidente da empresa pública, Luiz Fernando Garcia.

Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, atualizados até novembro, mostram receita cambial positiva. No Porto de Paranaguá, as exportações representaram US$ 15,4 bilhões e as importações somaram US$ 11,6 bilhões.

GRÃOS – A soja liderou as exportações, mesmo com queda de 26% na comparação com o ano anterior. Em 2019 foram 11.290.203 toneladas embarcadas. O destaque entre os granéis foi o milho, que teve crescimento de 420%. Foram 5.670.500 toneladas movimentadas. Os farelos somaram 5.175.627 toneladas. O açúcar em grãos superou 2,4 milhões de toneladas. Assim, o Corredor de Exportação bateu recorde de produtividade, com mais de 22 milhões de toneladas embarcadas.

O malte e a cevada, importados via Porto de Paranaguá, somaram 533.878 toneladas, o que representa aumento de 54% nos desembarques realizados entre 2018 e 2019.

FERTILIZANTES – Em Paranaguá foram recebidas 9.393.140 toneladas de adubo neste ano. Em Antonina, foram mais 559.386 toneladas.

LÍQUIDOS – Entre janeiro e dezembro de 2019, as exportações de granéis líquidos somaram 1.375.699 toneladas, 23% menos que no mesmo período de 2018. Já as importações tiveram alta de 5% e chegaram a 5.560.742 toneladas. Ao todo, foram 6.936.441 toneladas de líquidos movimentadas, valor 2% menor que no ano anterior.

CONTÊINERES – A movimentação de carga por contêiner cresceu 12%. Foram 432.096 unidades exportadas e 431.918 importadas.

PAÍSES – Os principais destinos dos produtos exportados pelos Portos do Paraná foram China (11,3 milhões de toneladas), Irã (3,1 milhões), Japão (1,9 milhões), Holanda (1,7 milhão) e Coreia do Sul (1,3 milhão).

Nas importações, os produtos vieram principalmente dos Estados Unidos (3,2 milhões de toneladas), China (2,2 milhões), Rússia (1,6 milhão), Canadá (1 milhão) e Marrocos (981.404).

O número de navios recebidos em 2019 foi 3% maior que em 2018. Foram 2.398 atracações neste ano, contra 2.323 no ano  passado.

Usina de Itaipu bate recorde de turistas

Cinco dias depois de chegar à marca de 1 milhão de visitantes no feriado de Natal, a usina de Itaipu vai superar o próprio recorde anual do turismo nesta segunda-feira (30).

A expectativa é que, a partir das 15h, mais de 1,025 milhão de pessoas tenham passado pelos atrativos turísticos da hidrelétrica, batendo o número de 1.024.549 visitantes registrado em 2018. Até o final de 2019, serão mais de 1,030 milhão de turistas registrados desde o início de janeiro.

Para marcar mais esse recorde, será feito um cerimonial no Mirante Central da usina.  Participam o diretor-geral brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, o diretor-superintendente do Parque Tecnológico Itaipu (PTI), general Eduardo Garrido, e várias outras autoridades.

Desde 1976, quando foi aberta para visitação, a Itaipu já recebeu mais de 24 milhões de turistas.

Fonte e foto: IB

Querem saber o que o Governo do Paraná fez de Positivo em 2019

O Paraná caminha para assumir a quarta posição no ranking dos estados brasileiros, e se torna cada vez mais relevante para o crescimento do Brasil.

A dinâmica da economia paranaense ganhou mais vitalidade neste ano, no campo e na cidade. A produção de alimentos cresceu quase 9% e a nossa indústria tem o melhor desempenho do País. O mercado de trabalho reage, com a abertura de 66 mil empregos.

Este bom ambiente provoca outro reflexo positivo. O Estado registra a atração de R$ 23 bilhões em novos investimentos produtivos privados, numa demonstração de confiança no potencial paranaense. Com o programa Descomplica, o governo quer agilizar e ampliar a abertura de empresas de todos os portes.

Gerar oportunidades de trabalho e renda é uma prioridade do governador Carlos Massa Ratinho Junior, assim como o enxugamento da máquina pública e o fim de privilégios. Eram 28 secretarias até o ano passado. Hoje são 15. Empresas e autarquias estão sendo fundidas para ganhar mais agilidade e reduzir custos.

O corte de despesas também passa por atos como a devolução do jato que servia à governadoria, o congelamento de salários do primeiro escalão, o fim da aposentadoria para governadores e a renegociação de contratos para gerar economia aos cofres públicos.

Com austeridade, o atual governo manteve as contas equilibradas. O Paraná foi o único estado brasileiro em condições de antecipar as folhas de dezembro. O décimo terceiro foi pago no dia 4 e o salário quitado no dia 23.

O tripé da gestão é formado por gestão eficiente, projetos estruturantes e um olhar social. No campo administrativo, há normas mais rígidas de trabalho, inclusive com a implantação do programa de Compliance e Integridade, para evitar atos ilegais e irregulares, e muitas inovações para facilitar a vida do cidadão. É o caso do PIÁ, plataforma de inteligência artificial que reúne mais de 300 serviços na internet.

As ações estruturantes compreendem medidas como o Banco de Projetos Executivos, um legado que permitirá ao Estado planejar e executar obras importantes na próxima década. Outro exemplo é o Paraná Trifásico, iniciativa para levar energia de qualidade para os moradores e empreendedores da área rural. A ideia é trocar 25 mil quilômetros de redes, com investimento de R$ 2,1 bilhões.

Neste ano, o nosso Estado também ganhou uma nova malha aérea com o programa Voe Paraná, que faz a ligação de 12 cidades médias, de todas as regiões paranaenses, com a Capital. A ideia é oferecer condições para que mais empresas escolham o interior para se instalar.

Isso também passa pela modernização de rodovias. Para isso, o governo investe R$ 2 bilhões na atual malha estadual, além de negociar com a União uma nova licitação para o Anel de Integração. A proposta é colocar mais 1,6 mil quilômetros no pacote, reduzindo tarifas e exigindo mais obras. Ou seja, haverá uma concorrência para administrar 4,1 mil quilômetros de concessões.

Uma das maiores conquistas do ano foi a autonomia que o Estado ganhou para a gestão das áreas do porto. Com isso, será possível preparar Paranaguá para uma grande expansão de movimentação de cargas, um dos efeitos esperados com a construção de uma nova ferrovia de 1.000 quilômetros entre o Litoral e Maracaju (MS), já em estudo.

Na área social, há ações importantes de segurança, saúde, educação e assistência aos mais necessitados. A taxa de homicídios caiu 17% e houve redução de roubos e furtos com mais policiamento nas ruas . Em parceria com o ministro Sérgio Moro são diversas ações no Estado, principalmente para combate ao crime organizado e ao tráfico, com maior controle na região de fronteira.

Na saúde, o Estado está oferecendo condições para que as pessoas tenham atendimento de qualidade mais perto de onde moram. É um processo de descentralização dos serviços para evitar que o cidadão tenha que percorrer grandes distâncias para fazer um tratamento. Os recursos para os consórcios municipais dobraram, hospitais de referência receberam apoio para zerar as filas de cirurgias e as obras dos novos hospitais regionais estão em dia.

Na Educação, uma das maiores conquistas foi o Escola Segura, com policiais da reserva cuidando do ambiente escolar em cada turno. Contratos parados há muitos anos foram retomados e 207 obras de reformas e modernização já foram realizadas. A inovação também chegou na gestão pedagógica com o Prova Paraná, o Presente na Escola, novos colégios militares e intercâmbios de alunos a partir do ano que vem.

Quem mais precisa do Estado, que são as famílias em situação de vulnerabilidade, também não foi esquecido. Hoje, há programa habitacionais para idosos de baixa renda, que poderão viver em condomínios especialmente criados para eles. Também foi iniciado o programa de desfavelamento, que vai beneficiar 2.500 famílias por ano.

Programas sociais como a tarifa rural noturna foram reforçados e os subsídios para tarifas de ônibus foram ampliados, assim como o programa de instalação de caixas d’água para atender famílias de baixa renda. Além disso, são diversas medidas de proteção à infância, que também ganhou o projeto Cinema na Praça.

Este relato demonstra a preocupação do Governo do Estado em transformar o Paraná numa terra ainda mais generosa com a sua gente. Escolhemos o caminho certo.

A nota e artigo foi publicado por diversas redações em todo Paraná.
O jornalista Valdir de Córdova Bicudo, assessor de imprensa da vice governadoria  fez um balanço do primeiro ano da administração do governador Carlos Massa Ratinho Junior junto do vice Darci Piana, que também é presidente da FECOMERCIO PR
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Resumindo aos empresários e investidores

Vejam abaixo quais são.

-) O Paraná caminha para assumir a quarta posição no ranking dos estados brasileiros;
-) A produção de alimentos cresceu quase 9%;
-) Nossa indústria tem o melhor desempenho do País;
-) O mercado de trabalho reage, com a abertura de 66 mil empregos;
-) O Estado registra a atração de R$ 23 bilhões em novos investimentos produtivos privados;
-) Eram 28 secretarias até o ano passado. Hoje são 15;
-) Empresas e autarquias estão sendo fundidas para ganhar mais agilidade e reduzir custos;
-) O fim da aposentadoria para governadores;
-) Neste ano, o nosso Estado também ganhou uma nova malha aérea com o programa Voe Paraná, que faz a ligação de 12 cidades médias, de todas as regiões paranaenses, com a Capital;
-) A ideia é oferecer condições para que mais empresas aéreas escolham o interior para se instalar.

por @grassi_m com informações das redações e jornais abaixo

Fontes:
https://www.tribunapr.com.br/blogs/artigos/o-parana-no-caminho-certo/
http://www.naoviu.com.br/querem-saber-governador-ratinho-junior-positivo-ano-sim-leiam-esta-nota-bem-curtinha/
https://www.fabiocampana.com.br/2019/12/o-parana-no-caminho-certo-por-valdir-bicudo/
https://www.aquiagora.net/noticias/ver/92002/

O Paraná no caminho certo


https://paranaportal.uol.com.br/opiniao/sintonia-fina/o-parana-no-caminho-certo/
https://www.diarioinduscom.com/o-parana-no-caminho-certo/

 

Investimento Direto no País soma US$ 6,985 bi em novembro, revela BC

Os Investimentos Diretos no País (IDP) somaram US$ 6,985 bilhões em novembro, informou nesta sexta-feira, 20, o Banco Central. O resultado ficou dentro das estimativas apuradas pelo Projeções Broadcast, que iam de US$ 4,800 bilhões a US$ 9,000 bilhões, e bem próximo da mediana de US$ 7,000 bilhões.

Pelos cálculos do Banco Central, o IDP de novembro indicaria entrada de US$ 7,000 bilhões.

No acumulado do ano até novembro, o ingresso de investimentos estrangeiros destinados ao setor produtivo somou US$ 69,111 bilhões. A estimativa do BC para este ano, atualizada na quinta-feira, é de IDP de US$ 80,0 bilhões em 2019 e em 2020.

No acumulado dos 12 meses até novembro deste ano, o saldo de investimento estrangeiro ficou em US$ 77,405 bilhões, o que representa 4,21% do Produto Interno Bruto (PIB).

Investimento em ações

O investimento estrangeiro em ações brasileiras ficou positivo em US$ 274 milhões em novembro, informou o Banco Central. Em igual mês do ano passado, o resultado havia sido negativo em US$ 2,278 bilhões.

No acumulado do ano até novembro, o saldo ficou negativo em US$ 4,195 bilhões. Pelos cálculos do BC, o saldo das operações de investidores estrangeiros no mercado de ações será negativo em US$ 1,6 bilhão em 2019. Para 2020, a projeção é de saldo positivo de US$ 5,0 bilhões. Estas projeções consideram as ações negociadas em bolsas brasileiras e no exterior e os fundos.

O aporte em fundos de investimentos no Brasil ficou positivo em US$ 434 milhões em novembro. No mesmo mês do ano passado, ele havia sido positivo em US$ 299 milhões. No acumulado do ano, houve aportes de US$ 2,572 bilhões dos fundos de investimentos.

Já o saldo de investimento estrangeiro em títulos de renda fixa negociados no País ficou negativo em US$ 2,230 bilhões em novembro. No mesmo mês do ano passado, havia ficado negativo em US$ 3,379 bilhões.

No ano, o saldo em renda fixa ficou negativo em US$ 423 milhões. Para 2019, a estimativa do BC é de saldo zero nas operações com renda fixa. No caso de 2020, a projeção também é de saldo zero.

Taxa de rolagem

O Banco Central informou que a taxa de rolagem de empréstimos de médio e longo prazos captados no exterior ficou em 38% em novembro. Esse patamar significa que não houve captação de valor em quantidade para rolar compromissos das empresas no período.

O resultado ficou abaixo do verificado em novembro do ano passado, quando a taxa havia sido de 107%.

De acordo com os números apresentados nesta sexta pelo BC, a taxa de rolagem dos títulos de longo prazo ficou em apenas 6% em novembro. Em igual mês de 2018, havia sido de 10%. Já os empréstimos diretos atingiram 46% no mês passado, ante 116% de novembro do ano anterior.

No ano até novembro, a taxa de rolagem total ficou em 101%. Os títulos de longo prazo tiveram taxa de 48% e os empréstimos diretos, de 134% no período. O BC estima taxa de rolagem de 100,0% para 2019 e também para 2020.

Fonte: Estadão Conteúdo

Palestras com participantes de referidos Programas do Governo Japonês

No dia 17 de dezembro, a convite do Consulado Geral do Japão em Curitiba com apoio da CCIBJ-JÚNIOR, o Dr. Felipe Hayashi – participante do programa “Reunião de Líderes Nikkeis da próxima geração”, e senhora Cida Borghetti – participante do programa “Construindo um Network multicamada de experts pelo Japão”, proferiram palestras em Curitiba. 

Com entrada franca e inscrições on-line, o evento realizado no auditório da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Japão do Paraná (CCIBJ-PARANÁ), localizado no Palácio Hyogo, Jardim Botânico, contou com a presença de aproximadamente 90 pessoas. Foi uma oportunidade aberta a todos os jovens que tenham interesse em saber como foi a viagem que ambos fizeram ao Japão através das experiências de dois participantes em programas distintos do governo do Japão.

Os presentes assistiram atentamente às palestras, procurando absorver o máximo de conhecimento possível.

O Governo Japonês propícia o conhecimento de sua cultura, costumes e tradições através de vários programas de intercâmbio ao longo do ano.

Após as palestras, com feed backs de saldo positivo. Conclui-se que o caminho a tomar é esse: abrir novos rumos e ampliar o raio de ação da Câmara do Paraná – aproveitar as oportunidades, obter um network de excelência e mantê-lo, para que possamos confirmar a hegemonia e força da união da região Sul.

Presenças dos palestrantes: Dr. Felipe Hayashi e a ex-Vice Governadora do Estado do Paraná, Cida Borghetti, ambos participantes de referidos Programas do Governo Japonês. Representando o Consulado, Cônsul Geral-Adjunto Kazuu Wakaeda, Vice Cônsul Akiko Kikuchi, e Akemi Ferreira,  e um público formado por diversos jovens.

 

Greca recebe condecoração concedida pelo Imperador do Japão

O prefeito Rafael Greca recebeu do cônsul geral do Japão no Paraná e Santa Catarina, Hajime Kimura, a condecoração da Ordem do Sol Nascente, insígnia “Raios de Ouro com Laço”, em japonês transliterado Kyokujitsu sho. A medalha é concedida a personalidades, que de alguma forma, contribuíram na promoção da cultura japonesa, destinada a civis e militares, japoneses e estrangeiros.

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Risco-país brasileiro vai ao menor patamar desde 2010

O risco-país brasileiro medido pelo CDS (Credit Default Swap) de cinco anos foi ao menor nível em nove anos nesta segunda-feira (16). Depois de nove quedas consecutivas, o índice está em 98 pontos, menor valor desde novembro de 2010, queda de 3% na sessão.
O CDS funciona como um termômetro informal da confiança dos investidores em relação a economias, especialmente as emergentes. Se o indicador sobe, é um sinal de que os investidores temem o futuro financeiro do país, se ele cai, o recado é o inverso: sinaliza aumento da confiança em relação à capacidade de o país saldar suas dívidas.
Em 2010, o Brasil tinha o selo de bom pagador concedido pelas agências de classificação de risco S&P, Fitch e Moody’s, outra chancela acompanhada por investidores internacionais ao decidir aplicações em países emergentes, considerados mais arriscados.
A S&P elevou de estável para positiva a perspectiva para o rating de longo prazo em moeda estrangeira do Brasil, hoje em BB- (três degraus abaixo do selo de bom pagador). No mesmo dia, o Banco Central cortou a taxa básica de juros de 5% a 4,5% ao ano, mínima histórica.
Embora preveja que a relação dívida/PIB do país deva continuar a crescer nos próximos três anos, a agência americana citou a perspectiva de melhora da posição fiscal do país, após a aprovação da reforma da Previdência e com a perspectiva de continuidade da agenda fiscal em 2020, apesar do risco de reveses continuar material.
“Essa alteração de perspectiva é positiva, mas é muito pequena. Ainda temos um longo caminho até voltar a termos grau de investimento. Vimos uma melhora em dados da economia brasileira, mas muito na margem. Ainda é muito cedo para dizer que tivemos uma mudança estrutural a economia, precisamos de mais dados concretos”, diz Cristiane Quartaroli economista Ourinvest.
O crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro no terceiro trimestre deste ano veio melhor que o esperado pelo mercado: um crescimento de 0,6% em relação aos três meses anteriores.
Cristiane diz que o grau de investimento, no entanto, depende das próximas reformas, especialmente a tributária. “[O cenário] depende muito de como vão ser conduzidas as reformas, que precisam de muita articulação política e o governo está mudando de partido”, afirma.
O CDS começou a cair de forma mais vigorosa em junho, quando a reforma da Previdência estava em discussão na comissão especial da Câmara dos Deputados. A medida é vista como crucial para estabilizar a dívida pública, o que diminui o risco de um calote no futuro. Após o término da tramitação do projeto no Senado concluir, no final de outubro, o risco-país acelerou a queda.
O movimento desta segunda é fruto de um viés mais otimista no exterior e no Brasil. Na última sexta (13), China e Estados Unidos anunciaram que chegaram a um entendimento a respeito da fase 1 do acordo comercial para cessar a disputa econômica entre os países que já dura quase dois anos.
Os detalhes ainda não foram divulgados, mas a primeira etapa do acordo envolve o aumento da compra produtos agrícolas americanos por parte da China e redução, por parte dos Estados Unidos, das tarifas sobre importações chinesas.
Para José Francisco de Lima Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, a decisão do Fed, banco central americano, na última quarta (11) de manter juros estáveis por mais tempo também contribui para a melhora global.
“O Fed deixou claro que não vai reduzir juros, mas que também não irá elevá-los. Somado a primeira fase do acordo comercial, essas são duas notícias que ajudam todas as economias, não só o Brasil. O mundo inteiro olha os emergentes com mais carinho agora”, diz Gonçalves.
Para se somar ao cenário positivo, dados da economia chinesa vieram melhores que o esperado nesta segunda. Segundo o Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês), as vendas do varejo no país cresceram 8% em novembro em relação ao mesmo mês de 2018, acima da expectativa do mercado. Em outubro, o crescimento foi de 7,2%. A produção industrial também acelerou e teve alta de 6,2% em novembro com relação a 2018, ante 4,% em outubro.
“Em geral, as leituras de novembro são recebidas de bom grado por investidores, mas acreditamos que ainda é cedo para definir um movimento de recuperação sustentável da economia chinesa, uma vez que, como foi o caso em setembro, já tivemos diversos meses com crescimento isolado”, diz relatório da Guide Investimentos.
O CDS da maioria dos emergentes também recuou nesta segunda e o índice CSI 300, que mede o desempenho das Bolsas chinesas de Xangai e Shenzhen, fechou em alta de 0,5% e índices americanos operam em níveis recordes. Dow Jones sobe 0,3%, S&P 500, 0,7% e Nasdaq, 0,9%.
Em Londres, a Bolsa subiu 2,25% com a vitória do líder conservador Boris Johnson na eleição de quinta-feira (12), que pode levar a conclusão do Brexit.
No Brasil, o Ibovespa opera estável por volta das 17h45, a 112.466 pontos. Já a cotação do dólar recuou 1%, a R$ 4,062, menor valor desde 5 de novembro. O real foi a segunda moeda emergente que mais se valorizou no pregão, atrás apenas do rand sul-africano.
Nesta segunda, o boletim Focus do Banco Central aponta um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2019 e 2020. De 1,1% na semana anterior, a expectativa do mercado para o PIB deste ano passou para 1,12%. Para o próximo ano, a expectativa foi de 2,24% a 2,25%.

Com informações do DI&C e Folhapress